Recentemente, uma pregação de Helena Raquel no Congresso dos Gideões 2026 repercutiu nacionalmente. Ela falou duras verdades sobre violência doméstica, abuso sexual e pedofilia dentro da Igreja brasileira.
Há abusadores na Igreja e há pouca disciplina eclesiástica. Existe abuso infantil e violência contra a mulher dentro das igrejas. E há silêncio.
Existe uma terrível cultura do silêncio, principalmente, nas igrejas evangélicas. Devido ao corporativismo de evitar escândalo com nomes de denominações, vários tipos de violência não são denunciados.
De onde vem o verdadeiro escândalo senão da conivência com o mal? Aqueles que praticam violência precisam ser tratados como ímpios que merecem disciplina e, em muitos casos, presídio.
Como disse Helena Raquel: “Pedófilo não é ungido. Pedófilo é criminoso. Não existe capacidade de se encontrar na mesma figura um pastor e um abusador. Ou é pastor, ou é abusador”.
A Igreja brasileira, diante do mal, precisa ter uma postura de disciplina/expulsão/denúncia. Ligue: 180 – Denúncia contra violência à mulher; 100 – Denúncia contra a pedofilia.
Anderson Paz