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Trump adia início de tarifas no Brasil e no mundo; mercados reagem

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Após repetir reiteradamente que o dia 1º de agosto seria o prazo final e inadiável para aplicação do tarifaço, o governo dos Estados Unidos jogou para semana que vem a data em que entrarão em vigor tarifas recíprocas reajustadas por Donald Trump.

Em ordem executiva assinada nesta quinta-feira (31), o republicano impôs alíquotas que variam de 10% a 41% a dezenas de países. O decreto pontua que as taxas entram em vigor sete dias após sua publicação, no dia 7 de agosto, próxima quinta-feira.

O Brasil aparece na lista com uma alíquota recíproca de 10%. Na véspera, quarta-feira (30), o republicano confirmou, já considerando esta taxa base, que iria subir em 40 pontos percentuais a tarifa aplicada contra os importados brasileiros, totalizando 50%.

O decreto rata de reajustar as tarifas anunciadas pelo republicano em 2 de abril, que ficou conhecido como Dia da Libertação.

A medida, segundo a Casa Branca, visa responder a práticas comerciais consideradas injustas e proteger os interesses econômicos dos EUA. Após a atualização, o Brasil segue com a maior taxa, de 50%.

Como ficou a lista de tarifas

No caso do Canadá, a tarifa foi elevada de 25% para 35%. “Em resposta à contínua inação e retaliação do Canadá, o presidente Trump considerou necessário aumentar a tarifa de 25% para 35% para lidar efetivamente com a emergência existente”, afirmou a Casa Branca.

Além do Canadá, outros países também foram incluídos na nova rodada de tarifas, como Síria, Israel e África do Sul.

Brasil teve exceções

Apesar de ter sido o país com a maior tarifa anunciada — 50% sobre produtos exportados aos EUA  –  o Brasil tem uma longa lista de exceções divulgada pela Casa Branca nesta quarta-feira (30).

Quase 700 itens foram poupados da sobretaxa, incluindo setores estratégicos como o aeronáutico, energético e agrícola. Já setores como o de café, carne bovina e frutas devem sentir o impacto com força.

A nova tarifa entra em vigor no dia 6 de agosto e pode afetar diretamente a balança comercial brasileira, já que os EUA são o segundo principal destino das exportações do país, atrás apenas da China.

Redação

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