O MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra) organiza na manhã desta segunda-feira uma vigília pela libertação de dois sem-terra presos após a desocupação de uma fazenda em Pocinhos, na Paraíba. No sábado (2), a invasão da fazenda Cabeça de Boi pelo movimento acabou em confronto com a polícia. Sete pessoas foram detidas e barracos montados pelos acampados foram queimados.
Segundo Paulo Sérgio Alves da Silva, que é da direção do MST, as cerca de 60 famílias que ocuparam a fazenda foram retiradas violentamente do local. Ele acusa policiais e “pistoleiros” contratados pelos proprietários da fazenda de atirarem contra os assentados e de incendiarem um carro e os barracos para intimidar os invasores.
Dos sete presos, cinco foram liberados ainda na tarde de sábado. Silva afirma que os outros dois que ainda estão presos são acusados por porte ilegal de arma e por formação de quadrilha. Segundo ele, os policiais também acusam ambos de serem responsáveis por colocarem fogo no carro.
A vigília, marcada para começar ainda na manhã de hoje, deve reunir cerca de 150 pessoas na porta da delegacia da cidade. Caso os dois sem-terra não sejam libertados até as 17 horas de hoje, Silva afirma que pretende convocar mais assentados da região para se juntarem aos manifestantes.
Ao mesmo tempo em que os sem-terra protestam na delegacia, advogados do MST tentam um habeas corpus na Justiça para libertar os dois presos.
Folha
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