A forma como William Bonner e Patrícia Poeta conduziram as entrevistas dos candidatos à Presidência da República no Jornal Nacional nos últimos dias virou polêmica na Internet. Depois de interromper Dilma Rousseff por 21 vezes numa entrevista de 15 minutos e de Patrícia Poeta apontar o dedo para a candidata do PT, o editor-chefe do programa se pronunciou no Twitter, ao falar do ato, repetido com Marina Silva, que concorre pelo PSB.
“Agradeço aos entrevistados, que aceitaram ser confrontados com questões polêmicas e desconfortáveis diante de milhares de eleitores. Todos demonstraram compreender perfeitamente a importância e a necessidade de as entrevistas serem como são. Diferente da propaganda deles”, esclareceu ele.
Logo depois do bate-papo com Dilma Rousseff, ele também se manifestou no Twitter: “Sobre a questão de ser incisivo nas entrevistas, já expliquei que se trata de um imperativo do jornalismo. É o oposto da propaganda.”.
E, já que o assunto no Twitter era política, Bonner também esclareceu o que virou um mito nas redes sociais nos últimos dias, o pum que Everaldo, candidato do PSC, teria soltado em sua participação na entrevista. “Esclareço, agora que terminou a rodada de entrevistas com os candidatos do primeiro turno no #JN. Sabe aquele vídeo estranho? É montagem”, concluiu
O Fuxico
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