Categorias: Saúde

Vigilância Ambiental intensifica combate ao Aedes

 Equipes da Vigilância Ambiental de João Pessoa vão inspecionar prédios em construção, sucatas, borracharias e outros locais que tenham possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. A ação tem o objetivo de controlar o mosquito vetor dessas doenças devido a grande circulação de pessoas na cidade durante o período pré-carnavalesco.

 

As inspeções começam nesta quinta-feira (26), a partir das 8h, nas construções do bairro Altiplano, seguindo pelos outros bairros da praia (Cabo Branco, Tambaú, Manaíra e Bessa) e da região central, onde se concentram os turistas que chegam à Capital para os blocos do Pré-Carnaval Folia de Rua.

 

De acordo com Nilton Guedes, gerente de Vigilância Ambiental da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), a principal importância da ação é proteger os pessoenses e os turistas contra as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. “Com essa ação, queremos impactar os prováveis focos de mosquitos para que as pessoas que estejam circulando pela cidade no período de pré-carnaval e carnaval estejam protegidas contra o mosquito”, afirmou.

 

Durante a inspeção, os agentes ambientais farão o controle das larvas e do mosquito com aplicação de inseticida, se necessário, e uso do fumacê costal, além de um trabalho educativo com os proprietários e pessoas que trabalham nos locais a serem visitados. “Vamos começar pelos bairros da praia, seguindo pra Miramar e Centro até o carnaval. Depois vamos aos outros bairros da cidade”, disse.

 

Serviço – A população também pode ajudar com as ações de combate ao Aedes aegypti, denunciando possíveis focos do mosquito através dos telefones: 0800-282-7959 e 3214-5718, ou pelo e-mail coessmsjp@gmail.com.

 

Ciclo de vida – O Aedes aegytpi prefere o ambiente úmido para colocar seus ovos, que podem sobreviver até 450 dias nesse local. Bastam alguns milímetros de água para eles eclodirem e, em uma semana, transformarem-se em mosquitos adultos. O ciclo de vida do mosquito é de 35 dias, mas o número de pessoas que ele pode infectar é ilimitado.

 

Secom-JP

Foto: Ivomar Gomes

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