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Solução para braço de Shaolin pode estar nos EUA

Após quase três meses em coma, shaolin não apresentam sinais de melhoras; solução para braço do humorista pode estar no EUA e médicos não dão previsão de novo procedimento cirúrgico

Após quase três meses em coma, shaolin não apresenta melhoras; solução para braço do humorista pode estar nos EUA

Após quase três meses em coma, Shaolin não apresenta sinais de melhoras e médicos não dão previsão de novo procedimento cirúrgico. O humorista continua em coma na UTI do Hospital das Clínicas em São Paulo e solução para seu braço pode estar em Atlanta, nos Estados Unidos.

É que uma mulher de 21 anos recebeu um transplante completo de mão e, segundo anunciou a Escola de Medicina da Universidade Emory, a estudante Linda Lu passou por uma cirurgia de 19 horas no último dia 12 de março para poder contar com a “nova” mão. O material veio de um doador não identificado.

Duas equipes – uma dedicada à paciente e outra, à mão do doador – participaram da operação que terminou já no dia 13. Liderados pela médica Linda Cendales, cirurgiões, anestesiologistas, enfermeiras e auxiliares integraram o grupo, que conectou ossos, tendões, nervos, vasos sanguíneos e a pele do membro em Linda Lu.

A paciente ainda vai passar mais três meses em Atlanta para se recuperar do procedimento. Para Cendales, a cirurgia é uma esperança a pessoas que perdem mãos e braços, lembrando do caso de militares a serviço dos Estados Unidos no Afeganistão e no Iraque.

Histórico da cirurgia

Segundo a universidade, o primeiro transplante de mão foi realizado em 1964 no Equador, antes do desenvolvimento de imunossupressores – remédios que combatem o ataque por parte do corpo do paciente ao órgão recebido. O receptor, um marinheiro, precisou amputar o novo membro duas semanas após a operação por causa da rejeição aos tecidos transplantados.

A segunda tentativa aconteceu anos mais tarde, em 1998, na França. O paciente conseguiu manter o órgão durante dois anos, mas desistiu ao parar de tomar os imunossupressores e pediu para ter a nova mão removida.

Nos Estados Unidos, o primeiro transplante foi feito em 1999, com Linda Cendales presente na equipe médica. O receptor vive com o membro até hoje e é o caso mais duradouro deste tipo de transplante. A médica também participou do segundo transplante de mão no país, realizado em 2001.

 

 

Simone Duarte

PB Agora

com Folha de São Paulo

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