A prevenção é a arma mais eficiente no combate a dengue. Com intuito de garantir a assistência e o cuidado à saúde da população, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), por meio do Centro de Vigilância Ambiental e Zoonoses (Cvaz) intensifica as atividades educativas e preventivas nos bairros Cristo Redentor e Varjão. As ações começam nesta terça-feira (04) e seguem até o dia 13 de agosto.
Nesse período serão realizadas cerca de mil visitas domiciliares em áreas que tiveram casos de dengue notificados. As equipes irão realizar o controle químico através da aplicação de inseticidas e a retirada dos focos nos bairros, com ações pontuais nos cemitérios, depósitos de sucatas, borracharias e obras.
“A melhor forma de se evitar a dengue é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença. Vamos intensificar nossas atividades educativas nos bairros da capital, principalmente, os que apresentaram maior incidência da doença de acordo com último boletim da Gerência de Vigilância Epidemiológica e no Levantamento de Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa), destacou Nilton Guedes, coordenador da Cvaz.
Como parte das atividades preventivas, o Centro de Vigilância Ambiental e Zoonoses estará também fazendo a coleta de pneus em borracharias e terrenos baldios nos bairros de João Pessoa. A coleta acontece a cada trinta dias, e os materiais são encaminhados para uma cimenteira, onde o material é reaproveitado como fonte energética.
Dengue – O vírus da dengue possui quatro variações: Den-1, Den-2, Den-3 e Den-4, que causam os mesmos sintomas. Quando uma pessoa é infectada com um determinado tipo de vírus, cria anticorpos no seu organismo e não irá mais contrair a doença por esse mesmo vírus, porém, pode ser infectada pelos outros três tipos.
A melhor forma de se evitar a dengue é combater os focos, eliminando o acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença. Para isso, é importante não acumular água em latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasinhos de plantas, garrafas, caixas dágua, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos e lixeiras.
O Aedes aegytpi prefere o ambiente úmido para colocar seus ovos, que podem sobreviver até 450 dias nesse local. Bastam alguns milímetros de água para eles eclodirem e, em uma semana, transformarem-se em mosquitos adultos. O ciclo de vida do mosquito é de 35 dias, mas o número de pessoas que ele pode infectar é ilimitado.
Serviço – Para informações sobre os locais adequados para o descarte de pneus ou denúncias de possíveis focos da doença, a população pode entrar em contato com o serviço Disque Dengue. O telefone é o 3214-5718.
Secom-JP
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