O anúncio do fim do estado de emergência sanitária relacionada a covid-19, pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, não foi bem visto pela Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba (SES). O secretário executivo de gestão hospitalar da Paraíba, Johny Bezerra, classificou como precipitada a decisão do Ministério da Saúde. Em entrevista à TV Cabo Branco o secretário disse que não houve diálogo com as secretarias antes da decisão
“Foi de forma precipitada, a gente tem esse entendimento. Não houve um diálogo efetivo com os secretários de saúde do Brasil, mas a gente respeita a decisão do ministro e a Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba vai tentar dialogar, e manter seus sistemas de saúde ativos e vigilantes”, explicou.
O anúncio do fim do estado de emergência sanitária, que foi instaurado em fevereiro de 2020, foi dado pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, no domingo (17).
Na prática, a decisão marca o fim de medidas impostas ainda no início da pandemia, mas não o fim da pandemia em si, essa é de responsabilidade da Organização Mundial de Saúde (OMS), que renovou a situação pandêmica.
O secretário Johny, ressaltou que ainda há uma circulação viral, com novas variantes surgindo na Europa e na Ásia, o que requer cuidado para evitar a proliferação do vírus.
“precisamos ficar vigilantes com a possibilidade de surgimento de novas variantes no Brasil e na Paraíba. A nossa equipe epidemiológica monitora todo o cenário”, diz Johny.
Na avaliação do secretário executivo, o fim do decreto de emergência é apenas uma decisão administrativa relativa a trâmites burocráticos. “[a situação de emergência] facilitava a compra de insumos, de equipamentos, e do contrato de pessoal. É apenas uma forma administrativa que o Ministério da Saúde encontrou para remanejamento de recursos e toda essa forma burocrática”, disse.
Apesar do fim do estado de emergência em decorrência da pandemia, a secretária de estado da saúde da Paraíba, Renata Nóbrega, disse que o enfrentamento à pandemia permanece igual, e que não haverá mudanças relativas aos protocolos de segurança.
“As medidas e recomendações para a prevenção, para a saúde da população, permanecem. A vacinação permanece em todos os postos e fazemos a recomendação para as mais de 800 mil pessoas que não tomaram a dose de reforço que procurem um posto de saúde para que a gente consiga manter o controle da doença no nosso estado e no país, para que não haja um novo pico de casos”, disse Renata.
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