Por pbagora.com.br

Uma barreira sanitária é um mecanismo legal utilizado pelas autoridades governamentais de um país ou região que impede ou restringe a circulação de pessoas animais e plantas. O principal objetivo das barreiras sanitárias é prevenir riscos de contaminação e disseminação de pragas e doenças ou evitar que elas ocorram. Na Paraíba, rodoviárias, portos, estradas e aeroportos estão sendo vistoriados com intuito de contar a disseminação do novo coronavírus, mas como estão sendo feitas essas barreiras o portal procurou alguns representantes destes setores para saber.

Os três primeiros casos confirmados para a Covid-19 na Paraiba já estão curados, no entanto, possuem histórico de viagem recente a São Paulo, estado com maior número de casos confirmados e mortes no Brasil. Pensando em evitar a crescente de números na Paraíba, o Governo do Estado, em ação coordenada pela Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa-PB), implantou barreira sanitária no Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto, na Grande João Pessoa.

Os passageiros dos voos das empresas Gol e Latam que desembarcam no estado passam por uma barreira sanitária destinada a verificar suas temperaturas corporais para identificar possíveis contaminações pelo novo coronavírus.

Segundo a diretora-geral da Agevisa-PB, Jória Guerreiro, a ação será realizada durante todo o período de vigência das medidas temporárias e emergenciais de prevenção de contágio pelo novo coronavírus determinadas pelo governador João Azevêdo. O aeroporto recebe diariamente voos vindos do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília.

Na Rodoviária O Terminal Rodoviário de João Pessoa continua aberto, mas recebe um número reduzido de ônibus. Já no Porto de Cabedelo, o Governo determinou a suspensão de desembarque e circulação da tripulação dos navios de carga no terminal com exceção das embarcações que cheguem com mantimentos ou para fazer resgate de pessoas no estado. A balsa que faz a travessia entre Costinha e Cabedelo está funcionando com horário reduzido. As lanchas de transporte fluvial, que fazem a travessia de Costinha a Forte Velho e de Forte Velho a Cabedelo estão funcionando também com horário e capacidade de pessoas reduzidos.

 

Redação

 

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