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PB já registrou mais de 1.900 casos graves de síndromes respiratórias em mais de 170 cidades

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgou, nesta segunda-feira (19), o Boletim Epidemiológico semanal de síndromes respiratórias, com dados atualizados dos agravos no estado. A publicação aponta que neste ano, até o dia 17 de junho (Semana Epidemiológica 24), a Paraíba totaliza 1.902 registros de casos graves, distribuídos em 174 dos 223 municípios paraibanos.

Dos casos de síndrome respiratória registrados no período, observa-se 666 resultados positivados para Influenza A, Influenza B, Adenovirus, Rinovírus, Parainfluenza ou vírus Sincicial. O documento aponta a predominância de vírus Sincicial, com 448 resultados positivos, sendo 427 em crianças com idade até 09 anos.

Em relação ao ano anterior, é possível observar um aumento significativo dos casos de influenza B, com uma variação superior a 2.900%, saindo de três casos em 2022 para 91 em 2023. Um total de 13 óbitos pelo agravo foram confirmados na Paraíba. O Vírus Sincicial teve 918,18% mais casos em 2023 do que em 2022.

O secretário de Saúde, Jhony Bezerra, lembra que a prevenção pode ser realizada com medidas simples. “Destacamos a importância de a população realizar a etiqueta respiratória e manter o cartão vacinal atualizado com a vacina contra Influenza, que previne contra tipo A e B, e da vacina contra Covid-19. A imunização é o meio mais seguro de proteger contra as formas graves das doenças respiratórias”, pontua.

Jhony Bezerra destaca que os municípios estão abastecidos com as doses e vêm lançando mão de estratégias para melhorar o acesso da população aos imunizantes. “Nós estamos constantemente fazendo esse chamamento para que possamos salvar mais vidas. As vacinas são seguras e podem proteger a parcela mais vulnerável da população que são as crianças e os idosos”, finaliza o secretário.

Até o momento, 45 vidas foram perdidas para as síndromes respiratórias não covid. Deste total, 24 tinham entre três dias e 09 anos de idade; sete estavam na faixa etária entre 33 e 58 anos e 14 eram idosos acima de 60 anos. Os municípios com maior número de óbitos foram: Monteiro (9); João Pessoa (8); Sousa (4); Campina Grande (3) e Sapé (2). Alagoa Grande, Cabedelo, Conde, Cuité de Mamanguape, Esperança, Jacaraú, Lagoa Seca, Livramento, Mamanguape, Marcação, Queimadas, Quixaba, Santa Luzia, Santa Rita, São João do Tigre, São José da Lagoa Tapada, Solânea, Sumé e Tacima registraram um óbito cada. No momento, a Paraíba possui dois óbitos em investigação.

A vacinação contra influenza na Paraíba atingiu 80,76% de cobertura nos públicos prioritários, sendo primeiro lugar entre os Estados do Nordeste. O público infantil (crianças de 6 meses a menores de 6 anos) registrou a aplicação de 263.925 doses e tem cobertura de 78,33% do público alvo, que é de 312.277 crianças. Apesar dos números estarem subindo, ainda é preciso vacinar uma parte da população para atingir a meta de 95% estabelecida pelo Ministério da Saúde.

 

Secom

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