O mais recente boletim do InfoGripe, divulgado pela Fiocruz, aponta uma leve alta nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por Covid-19 na Paraíba, além de outros estados do Nordeste como Bahia e Piauí. Embora ainda não haja aumento nas hospitalizações no estado, o alerta serve como sinal de atenção, especialmente para a população idosa e grupos de risco.
A análise, referente à Semana Epidemiológica 37 (de 7 a 13 de setembro), destaca a importância de medidas preventivas para conter o avanço da doença.
Vacinação é prioridade
Segundo a pesquisadora Tatiana Portella, do Programa de Computação Científica da Fiocruz e do InfoGripe, a vacinação continua sendo a principal estratégia para evitar casos graves e mortes por Covid-19.
“É fundamental que as pessoas dos grupos de risco verifiquem se estão com a vacinação em dia. Idosos devem tomar doses de reforço a cada seis meses, enquanto imunocomprometidos devem reforçar anualmente”, reforça Portella.
Paraíba entre os estados em alerta
Além da leve alta nos casos de SRAG por Covid-19, a Paraíba também aparece entre os 10 estados com incidência da síndrome em níveis de alerta, risco ou alto risco, mesmo sem tendência de crescimento a longo prazo. Isso indica que o cenário requer monitoramento constante, sobretudo em hospitais e unidades de saúde.
Vírus respiratórios em circulação
Entre os vírus respiratórios identificados nas últimas semanas, o SARS-CoV-2 (Covid-19) representa 17,3% dos casos positivos de SRAG no país. Além dele, estão em circulação:
Embora o rinovírus seja hoje o principal causador de hospitalizações por SRAG entre crianças e adolescentes de até 14 anos, a Covid-19 ainda representa risco elevado para idosos, como indica a alta de casos em outros estados, como DF, Goiás, Minas Gerais e Espírito Santo.
Balanço de 2025
De janeiro até setembro de 2025, já foram notificados mais de 176 mil casos de SRAG no Brasil, com 10.577 óbitos. Destes, 52,5% tiveram confirmação laboratorial para vírus respiratórios, sendo:
Nas últimas quatro semanas, a Covid-19 foi responsável por 42,8% dos óbitos por vírus respiratórios, reforçando a necessidade de atenção contínua.
Recomendação para a população paraibana
A leve alta nos casos na Paraíba é um lembrete de que, embora estejamos em um momento mais controlado da pandemia, o vírus continua circulando e requer atenção — sobretudo dos mais vulneráveis.
Redação
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