Opinião: sem pressa, observando a ciência, vamos festejar o final de ano com calma e vacinados

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A história da vacina iniciou-se no século XVIII, quando o médico inglês Edward Jenner utilizou a mesma para prevenir a contaminação por varíola, uma doença viral extremamente grave que causava febre alta, dores de cabeça e no corpo, lesões na pele e morte. A varíola foi a primeira doença infecciosa erradicada por meio da vacinação.

E como eu sei? Lendo e pesquisando fontes fiáveis. E aqui digo: não sou um infectologista, mas, como jornalista, é preciso ter muita prudência para entrar em campo tão complexo. E estou a falar das vacinas desenvolvidas para combater o agressivo coronavírus. Para os negacionistas, uma “gripezinha” que só no Brasil ceifou a vida de algo mais que 600 mil pessoas.

E não vou me estender falando sobre a Peste Negra surgida no século XIV ou a “recente” (Gripe espanhola). Muito menos de Oswaldo Cruz que enfrentou a chamada “Revolta da Vacina” em 1904. Falo do hoje, do agora, para não repetir os erros do passado, pois como disse Albert Einstein: “Loucura é querer resultados diferentes fazendo tudo exatamente igual!”. Cruz tinha razão, pois evitou milhares de cruzes fincadas em solo da terra mãe e gentil.

E aqui, em tal espaço em preto e branco, saúdo os profissionais de saúde e todos aqueles que estão ou estiveram na linha de frente no período agudo da pandemia – muitos deles perderam a vida – para salvar o próximo. Saúdo, também, o equilíbrio dos secretários de saúde da Paraíba e João Pessoa, respectivamente Geraldo Medeiros e Fábio Rocha.

Saúdo pelo fato de terem, eles, a preocupação de continuar a manter o esforço coletivo à vacinação, ao uso de máscaras e, principalmente – quando a sociedade começa a relaxar – adverti-la que a pandemia ainda existe, cabendo às suas respetivas pastas definirem as ações necessárias para evitar novas mortes em decorrência da Covid-19.

Saúdo por estarem preocupados com os festejos do final de ano. Datas propícias, como diria Tom Jobim, cheio de “Abraços e beijinhos…”. Claro que o maestro, na sua bela “Chega de saudades” iria entender o chamado “Novo normal”.

E que os grandes eventos venham de forma gradativa, respeitando o que será definido pela ciência e autoridades sanitárias. O resto é leitura e estatística. Réveillon com riscos à vida, não é festa. É prelúdio para um desfecho trágico.

Que o Natal seja vida; e o Ano Novo, novos tempos!

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