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Opinião: Saúde na capital. A paciência dos pacientes e o descaso de Cartaxo

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Eu poderia iniciar esta escrita com a seguinte indagação: o senhor está rido de quê? Mas não vou fazê-la.  Meu objetivo é outro. Trata-se de um pequeno diagnóstico da saúde empregada na capital.

No município de João Pessoa, cuja mídia institucional da prefeitura o idolatra, pois é paga para tal, sopra para o mundo os avanços da gestão do prefeito Luciano Cartaxo.

De fato, podem-se constatar belos acertos e monumentais erros. Um deles está cravado, sem possibilidade imediata de remoção, na saúde pública municipal.

Não precisa ser um moribundo sobre o leito de morte, ou uma vidente falsa para enxergar, em bola de cristal ou a olho nu, a precariedade dos serviços.

Exemplo atual reside no “Trauminha”, no qual blocos cirúrgicos foram interditados recentemente. Motivo: estavam traumatizando pacientes e equipes profissionais que ali buscam salvar vidas, e não suturar a morte.

Outra “injeção na testa” da população. No hospital do Valentina, ficou constatada em inspeção do Conselho Regional de Medicina da Paraíba,  a ausência de médicos. Na verdade, a falta desses profissionais está fincada numa razão absurda. Falta dinheiro para contratação.

Tudo isso e um pouco mais de sal na ferida dos que precisam dos serviços de saúde oferecidos pela gestão Cartaxo. Realmente, o padecimento da população é grande, a negligência da prefeitura é enorme e a demora na marcação de consultas é monstruosa.

E nesse contexto cataclísmico, médico e monstro sofrem juntos numa sutura mortal de descaso, cujas traças, baratas e mofo são os únicos beneficiados. “Prefeitura Municipal de João Pessoa. Mais resultados, vida melhor”. Belo slogan, só esqueceram de avisar à pasta da Saúde. Ou o gestor sabe?

 

Eliabe Castor  
PB Agora

 

Fotos: ClickPB e Heron Cid

 


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