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Opinião: Coronavírus imprevisível

Faz dois anos que o coronavírus passeia entre nós. Ele é bem fértil, já produziu vários outros filhotes e se não o castrarmos ele continuará aumentando a família e, quem sabe, procurará até concubinas e amantes para pôr em prática o seu objetivo de multiplicação. Essas são as variantes que o corona já nos deu de presente: Alfa, Beta, Gama, Delta e, por último, a Ômicron.

Os cientistas e alarmantes de plantão afirmam que o mundo deve se preparar para novas catástrofes ainda piores de pragas para os próximos anos, onde as mesmas serão ainda mais severas e cruéis comparadas às que nos têm atingido até agora. Será que já começamos a viver as pragas apocalípticas? Bill Gates e outros nos tem amedrontado com essas profecias do mal. Eles pedem às nações que regularizem seus sistemas sanitários, ou seja, ponham mais atenção em seus sistemas de esgotos, construindo onde não existe e aperfeiçoando os que já tem.

O descalabro principalmente nos países pobres nessa área é uma miséria. No Brasil, o Novo Marco de Saneamento foi sancionado em 2020 pelo Presidente Jair Bolsonaro com a previsão de atingirmos até o ano de 2033 90% de todas as nossas cidades com seus benefícios. Assim esperamos, que não venham outras administrações irresponsáveis nesse percurso que o faça deter. Digo isso, pois essa tem sido a realidade de nossa história política e administrativa. Obras paradas são comuns em nosso país. São de pai para filho. Só uma pequena parte da nossa gente, aqui digo, só os mais privilegiados gozam de um sistema de esgoto sanitário em nosso país.

Uma miséria, um descalabro, principalmente os que vivem de menos recursos. Na verdade, a humanidade não pode evitar a presença de novas epidemias, porém, pode amenizar. Basta querer e tomar vergonha na cara. Essa advertência vai para nossos governantes. Devemos tomar uma decisão de olhar com mais amor e cuidado para o nosso próximo e nossas gerações futuras.

Graças a Deus, temos no Brasil no Ministério da Ciência e Tecnologia, o nosso astronauta Marcos Pontes, que com a aquiescência do Presidente Jair Bolsonaro, está construindo um Super Laboratório para que enfrentemos com mais compromisso as futuras pandemias. Todos temos sido atacados por esses germes dos dias atuais: pobres, ricos, cultos, incultos, negros, brancos e pardos. É hora de darmos as mãos e tomarmos uma atitude sensata e enérgica para o bem de toda a humanidade.

Paraíba em Foco: O caldeirão da política paraibana começa a ferver a partir de agora. Cada um olha exclusivamente para o seu umbigo. Até outubro, data das eleições estaduais e federais, essa minha afirmação será comprovada. Bem que poderia ser diferente, cada um disputando sua área de uma maneira saudável e sensata, porém, não é o que vemos a cada quatro anos. A sede pelo poder embriaga a muitos, coisas antes impensáveis começam a acontecer. O Governador João Azevedo, até onde vejo, tem feito uma administração exemplar e honesta. Até então, seus adversários parecem ser frágeis, porém, se os mesmos se unem, a pancada do bombo pode mudar um pouco para João Azevedo, que traz uma administração enxuta, porém, sem muita força de adesão política no interior do estado.

Dependendo da força dos presidenciáveis e a quem João se una, até abril teremos um quadro mais nítido de seu potencial de agrupação de forças. Se os Cunha Lima seguirem a carreira solo e não se juntarem aos Vitais do Rêgo, tudo bem. Caso contrário, se a dobradinha for feita, poderá haver dificuldades para a reeleição de João Azevedo. Espero o melhor para minha terrinha, e que a paz e sensatez reine nesses oito meses que antecedem as próximas eleições.

Elcio Nunes
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