A Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio do Núcleo de Doenças Endêmicas, promove, nesta quinta-feira (17), em Picuí, no auditório Djailma de Lima Vasconcelos, uma qualificação sobre a Hanseníase para médicos, enfermeiros e coordenadores da Vigilância Epidemiológica, da 4ª Regional de Saúde, com o objetivo de contribuir no processo de trabalho de profissionais da Atenção Básica.
“A qualificação é uma atividade essencial na colaboração do processo de trabalho dos profissionais da Atenção Básica, facilitando o diagnóstico precoce e acompanhamento dos pacientes”, relatou a gerente operacional de Vigilância Epidemiológica da SES, Izabel Sarmento.
A Paraíba diagnosticou 478 casos novos de hanseníase, em 2017, e destes, 27 têm menos de 15 anos, o que revela pessoas doentes sem tratamento convivendo com crianças e jovens, levando em conta o longo período de incubação para o aparecimento dos sintomas. Outra questão importante refere-se às incapacidades físicas encontradas nos pacientes diagnosticados nestes municípios, caracterizando um retardo na identificação desses casos e um início de tratamento inoportuno.
O diagnóstico e tratamento da doença devem, preferencialmente, acontecer nos serviços de Atenção Básica. Todas as Unidades de Saúde da Família (USF), são orientadas e/ou participam de qualificações relacionadas ao manejo clínico da doença, atividades realizadas pelo Núcleo de Doenças Endêmicas em parceria com o Complexo Hospitalar Clementino Fraga e Gerências Regionais de Saúde.
O tratamento é gratuito em todos os municípios paraibanos. Havendo necessidade de acompanhamento de serviços especializados existe uma rede de referência secundária e terciária para dar suporte aos pacientes do interior do estado.
O Clementino Fraga é o serviço de referência de maior complexidade na Paraíba. O atendimento acontece no Ambulatório de Dermatologia Sanitária que conta com uma equipe multiprofissional em constante processo de formação para melhor atender às demandas solicitadas pelos usuários e familiares que buscam o serviço.
Em Campina Grande, existe um serviço de Referência Secundária em Hanseníase e Tuberculose, no bairro da Prata, com equipe multiprofissional formada por dermatologista, pneumologista e enfermeiros. Em Patos, o serviço é na Policlínica Frei Damião, no Centro e em Sousa, na Policlínica Miriam Gadelha, ambas com atendimento multiprofissional, consideradas referência para o atendimento na 2ª, 3ª e 4ª macrorregiões, respectivamente.
Sintomas – A hanseníase é uma doença crônica, infectocontagiosa que tem cura. Os sinais importantes são manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas, em qualquer parte do corpo, com perda ou alteração de sensibilidade; área de pele seca e com falta de suor; área da pele com queda de pelos; área da pele com perda ou ausência de sensibilidade; sensação de formigamento (parestesias) ou diminuição da sensibilidade ao calor, à dor e ao tato.
Secom-PB
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