Ainda é cedo para se fazer qualquer juízo de valor quanto a eficácia ou não da vacina russa contra a Covid-19. A análise é do secretário estadual de Saúde da Paraíba Geraldo Medeiros que acredita ser cedo para comemorar os reais impactos da fórmula.
”Qualquer manifestação agora seria precipitada desde que não se conhece como foram efetivadas as fases experimentais e a segurança da mesma”, disse Medeiros.
Cientistas, tanto na Rússia quanto em outros países, questionaram a decisão de registrar a vacina antes que seja completada a chamada Fase 3 do estudo – que, por norma, demora vários meses, envolve milhares de pessoas e é a única forma de provar que a vacina experimental é segura e funciona.
Nas últimas semanas, muitos cientistas expressaram preocupação com a velocidade em que estava sendo desenvolvida a vacina. A Organização Mundial da Saúde pediu “diretrizes claras” para o tratamento e o cumprimento dos protocolos e dos regulamentos em vigor.
Apesar disso, o Governo do Paraná anunciou que vai assinar nesta quarta-feira (12) um convênio com a estatal russa para produzir a vacina Sputnik V. O acordo prevê que o Paraná poderá fazer testes, produzir e distribuir a vacina. Ainda não foi informado sobre data para início da ação justamente porque depende da liberação da Anvisa.
Redação com informações da Agência Brasil e G1
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