Familiares e amigos da dona de casa Maria José Saraíva Leite de 35 anos, e a criança que morreram no último final de semana no Instituto de Saúde Elpídio de Almeida (Isea), em Campina Grande, realizaram um protesto na tarde desta segunda-feira na cidade. Eles acreditam que que houve negligências por parte da equipe médica do Instituto, ao realizar o procedimento na dona de casa. Maria José que morava em Queimadas, perdeu o bebê no sexto mês da gestação e morreu horas depois. Ela passou 15 internada no Isea.
Os manifestantes se reuniram em uma praça no Centro de Campina Grande e seguiram pelas principais ruas da cidade até a maternidade onde encontraram os portões fechados. O clamor era por Justiça. Com cartazes, eles exigiam uma explicação para o ocorrido. A rua ficou interdita e o trânsito parado no final da tarde devido ao protesto.
Instituto de Saúde Elpídio de Almeida (Isea), em Campina Grande. Desta vez uma mulher de 29 anos e seu bebê morreram na maternidade. O caso ocorreu na última terça-feira (31) mas somente hoje chegou ao conhecimento público. Hoje a secretária de Saúde de Campina Grande, a a médica pediatra Lúcia Derks deverá dá explicações a respeito do caso.
Os familiares denunciaram negligência médica e a direção da instituição abriu sindicância e a Polícia Civil investiga o caso. O pai do bebê morto e outras pessoas que participaram do protesto, foram chamados para uma reunião com a diretora do ISEA e com a secretária de Saúde do Município Luzia Pinto.
A secretária Luzia Pinto disse que só após a sindicância é que o município vai definir o tipo de punição a ser aplicada aos responsáveis.
A diretora da Maternidade, Marta Albuquerque, reafirmou, que a paciente, que estava grávida, recebeu toda a assistência necessária durante o período em que esteve internada no Isea, que dispõe de cinco obstetras de plantão, por dia.
Segundo familiares da vítima, teria havido negligencia por parte dos médicos, pois há 3 dias o feto já estaria morto, provocando uma infecção que causou a morte de Maria José.
Além da sindicância, o caso também será acompanhado pelo Comitê Municipal de Investigação de Óbito Materno Infantil.
Este não foi o primeiro caso de crianças que morreram na maternidade campinense. Pelo quatro quatro bebês teriam morrido no Isea em menos de um ano. No final do ano passado, segundo denúncia, a dona de casa Francisca Evaristo de Sousa que morava no Riachão do Bacamarte, também morreu durante uma cesariana depois que seu filho já tinha sido retirado de sua barriga sem vida. De acordo com denúncia formulada pela família, a dona de casa só teria sido examinada por um médico 22 horas depois de ter dado entrada na unidade.
Segundo relato dos familiares, Francisca chegou ao Isea por volta das 9h e um médico teria negligenciado o atendimento à gestante. De acordo com o relato, o médico teria se negado a interromper um lanche ao lado das enfermeiras para prestar socorro à vítima. Uma sindicância também foi aberta na época para investigar a denúncia.
Severino Lopes
PBAgora
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