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Com o aumento dos casos de Covid-19 nas últimas semanas, os infectologistas Renee Oliveira e Fernando Chagas, reforçam a importância da população em aderir à quarta dose da vacina e usar em espaços fechados as máscaras. Segundo, Renee Oliveira, a pandemia não acabou e, por isso, é importante que as pessoas tomem todas as doses das vacinas e cuidem das medidas de proteção, principalmente para aquelas que pertencem aos grupos de risco. O profissional fala sobre o aumento de casos, a importância das vacinas e principais medidas de proteção que podem ser seguidas pela população. Questionado, por que está ocorrendo esse aumento no número de casos, o médico respondeu:
“Estamos vivendo um aumento expressivo no número de casos e conseguimos enxergar apenas uma pequena parcela, que são as pessoas que vão em busca de serviços de saúde, que fazem testes de farmácia, autoteste ou o RT-PCR. A variante presente no momento ainda é a Ômicron e que tem como característica o aparecimento de subvariantes, que são extremamente transmissíveis e que tem a capacidade de escapar do sistema imunológico, mesmo em relação aos vacinados. Então uma pessoa que teve Covid-19 hoje pode ter daqui a três meses de novo, por conta dessa constante mutação do vírus”, disse Renee.
Ainda segundo o infectologista é fundamental completar seu ciclo vacinal neste cenário. “Estamos observando um grande número de pessoas contaminadas, mas em comparação com 2020 e 2021, o número de pacientes internados é pequeno e são principalmente pessoas que não se vacinaram ou completaram o esquema vacinal. A variante Ômicron, que é a que está circulando hoje é mais transmissível, não leva a quadros graves, pois não acomete muito o pulmão e tem preferência pelo trato respiratório superior, o que facilita para o organismo se defender com o auxílio das vacinas, que são muito eficazes nessa prevenção”, afirmou.
Assim também pensa o infectologista Fernando Chagas, onde ao analisar que existe uma nova variante do vírus, a chamada Ômicron BQ.1, se faz necessário medidas mais duras para conter o avanço da doença. “A máscara freia, com ou sem vacina, a proliferação do vírus”, disse. Sobre a nova variante, Chagas ressaltou que essa cepa possui uma característica chamada de imunidade neutralizante. “Geralmente, as pessoas que já tiveram contato com o vírus ou foram vacinadas possuem 50 a 60%, em média, de chances de não adoecerem. Porém, com essa nova cepa é diferente, porque ela foge da imunidade neutralizante. Desse modo, 100% das pessoas se tiverem contato com o vírus, mesmo quem já teve a doença ou mesmo vacinado, podem desenvolver a doença, ainda que na forma leve. Essa variante é muito mais transmissível. Mesmo vacinado, a chance de pegar e apresentar a doença é alta”, ressaltou. O infectologista informou ainda que agora a preocupação não é apenas a questão da contaminação, mas também a quantidade de pacientes internados nos leitos que vem aumentando. Segundo ele, isso já era esperado devido às características dessa nova cepa, pela sua alta transmissibilidade. A maioria dos pacientes internados são aqueles que não completaram o esquema vacinal ou sequer iniciaram a vacinação contra Covid-19, informou.
Da Redação
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