A professora e doutora Margareth Formiga, diretora do Centro de Ciências da Saúde (CCS), da UFPB, declarou que é terminantemente contra a criação da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). “O governo deve viabilizar as ações dos hospitais sem uma interferência direta”, ressaltou. A Medida Provisória 520 foi aprovada semana passada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal. A MP tem gerado polêmica na comunidade universitária, principalmente nos hospitais universitários.
Margareth Formiga, é a presidente do Conselho Deliberativo do Hospital Universitário Lauro Wanderley, em João Pessoa e dirigiu a instituição no período de novembro de 1996 a novembro de 2004. Ela defende que o governo repasse recursos financeiros para que os hospitais possam realizar concursos públicos e contratar funcionários efetivos, estatutários como hoje são. Com a criação da empresa os HUs vão ter funcionários estatutários e servidores celetistas, todos exercendo a mesma função mas com salários diferentes, declarou a diretora do CCS.
“O que a gente quer é que o governo dê as condições para que os hospitais funcionem com recursos humanos numa quantidade suficiente para desenvolver suas atividades e com recursos financeiros para viabilizar a importante atividade de média e alta complexidade dos hospitais universitários do país”, destacou Margareth Formiga.
Josélio Carneiro
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