Dia da Sogra: diálogo, limites e respeito são chave para convivência harmoniosa

Tema de várias músicas e de piadas e alvo de estudos, seja mãe do marido ou da mulher, a sogra é sempre uma figura importante na dinâmica familiar e sua influência – que pode ser positiva ou negativa – tem o poder de impactar no relacionamento do filho e seu cônjuge.

Nesta sexta-feira (28), Dia da Sogra, a psicóloga do Hapvida Notre Dame Intermédica, Jessyca Cesar, ressalta que o diálogo, a compreensão e a imposição de limites são as chaves para uma convivência harmoniosa.

No começo, é normal que haja uma certa dificuldade em entender que tudo mudou e agora os papéis foram ajustados. A especialista explica que respeito, diálogo e amor são primordiais para moldar essa relação.

A sogra, que muitas vezes pode querer ditar ou ter influência ativa nas decisões do casal, deve aprender a respeitar a privacidade e escolhas da nova família. “O caminho deve ser o de respeitar o espaço do outro sem pretensão de invadir, assim como buscar compreender que são pessoas com concepções e dinâmicas familiares diferentes”, conta a psicóloga.

Ainda conforme Jessyca Cesar, os atritos costumam surgir pelas diferenças de valores, crenças, rituais e funcionamentos familiares. Ainda assim, é necessário a compreensão de todas as partes, que precisam entender que há um novo arranjo familiar que requer adaptação de todos.  “A nora e genro precisam entender que se tornaram parte de uma família, enquanto a sogra deve respeitar o espaço do novo núcleo”, pontua.

O alerta vai para situações em que os limites não são respeitados, assim como a privacidade e decisões do casal. “Quando todas as tentativas de fazer com que o relacionamento seja respeito e saudável se tornam falhas; quando não há respeito do espaço e ainda sentimento de fracasso na relação; nesses momentos é melhor manter distância e diminuir a convivência diária”, avalia.

Entre os pontos que devem ser buscados para melhorar a convivência, estão a comunicação respeitosa, o respeito às diferenças e o exercício da empatia e gratidão. A fofoca também deve ser eliminada do meio, para evitar a quebra de confiança e sensação de insegurança.

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