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Colegiado de Saúde na Paraíba recomenda uso de máscaras e reforço na vacinação

Após casos de varíola dos macacos, e aumento de Covid-19 e síndromes gripais, o Colegiado Estadual para Avaliação dos Protocolos do Novo Normal Paraíba, recomendou o uso de máscaras e reforço na vacinação.

O Colegiado emitiu nota técnica, com as orientações sobre uso de máscaras e vacinação após os casos investigados de varíola dos macacos no Brasil e no mundo e o aumento de casos de Covid-19 e de síndromes gripais na Paraíba. O Colegiado recomenda “fortemente” que as escolas mantenham os protocolos de cuidado em saúde e que a população complete o esquema vacinal e se imunize com as doses de reforço.

Na nota, o Colegiado destacou, na nota técnica, que “o número de SRAG [Síndromes Respiratórias Agudas Graves] por outros agentes etiológicos e Outros Vírus Respiratórios (OVRs) tem aumentado substancialmente, com o predomínio de infecções bacterianas e Vírus Sincicial Respiratório [vírus da pneumonia]. Não sendo diferente do cenário observado em outros locais e do que já era visto em anos anteriores com a chegada do período de chuvas e inverno.”

O grupo recomenda, ainda, que sejam mantidos os cuidados com higienização das mães e “priorização de ambiente com ventilação adequada, especialmente em lugares fechados.

Recomenda que pessoas com suspeita de Covid-19 ou outros quadros gripais não frequentem locais públicos e privados, devendo ser orientadas a procurar atendimento em unidade de saúde, sempre usando máscaras cobrindo corretamente nariz e boca. Recomenda-se que todo contactante de pessoas confirmadas com COVID-19 utilizem máscaras por dez dias, contados a partir do último contato.”

Segundo a SES, o uso de máscaras é recomendado, de forma permanente, para pessoas “do grupo de risco, como imunossuprimidos, com comorbidades, idosos, principalmente acima de 70 anos e gestantes.” e também para “pessoas não vacinadas, ou com vacinação incompleta.”

“Há também recomendação de máscaras “nos estabelecimentos e serviços de saúde como hospitais, clínicas, consultórios, laboratórios e farmácias, locais estes que possuem maior risco de transmissão do vírus. Tanto por profissionais quanto pelos usuários. disse.

Redação

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