Uma Emenda apresentada no Senado pelo Senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), foi aprovada com amplo destaque na Câmara Federal e incorporada no texto-base da Medida Provisória 621 que criou o programa Mais Médicos. A emenda de Vital aprovada pelos deputados permite aos profissionais médicos aposentados a participar do Programa Mais Médicos.

Vários parlamentares liderados pela deputada Nilda Gondim (PMDB-PB), foram a Tribuna para defender e pedir a aprovação da Emenda oriunda do senado e de autoria do senador paraibano. No texto, Vital do Rêgo enfatiza que os médicos formados em instituições de educação superior brasileira, com diplomas revalidados no país, inclusive, aposentados, detêm amplas condições de contribuir com sua experiência e conhecimentos acumulados, para edificação de um país melhor para todos.

Ainda em sua justificativa, Vital do Rêgo que também é médico, destacou que a medicina, não constitui exceção a essa verdade e o médico aposentado, decisivamente para a melhoria da assistência à saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde. Esse experiência segundo o senador paraibano, pode servir nas regiões mais desassistidas, alvo prioritário do projeto Mais Médico para o Brasil. “Nesse sentido, a minha proposta é que os médicos aposentados sejam incluídos na categoria prioritária da oferta de vagas no âmbito do projeto, de modo a garantir a sua participação nessa iniciativa do governo federal” argumentou o senador Vital.

A MP 621/2013 que cria o Programa Mais Médicos foi aprovada na Câmara dos Deputados em uma das mais longas sessões deste ano. O objetivo do programa é levar médicos para o interior do país e áreas das periferias das grandes cidades onde há falta desses profissionais. A MP autoriza a contratação de médicos estrangeiros para atuação na atenção básica de saúde e também muda parâmetros da formação em medicina no Brasil. A MP será agora apreciada pelo Senado.
Lançado em 8 de junho deste ano pela presidente Dilma Rousseff, o programa Mais Médicos tem o objetivo de aumentar o número de médicos atuantes na rede pública de saúde em regiões carentes.

Redação com assessoria

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