Apreensões de produtos estragados em CG e JP revelam perigo para a saúde e alertam para os cuidados na hora da compra

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Comidas estragadas, com prazo de validade vencido e comercializada sem certificação. Pelo menos duas operações realizadas pela Polícia Civil e Vigilância Sanitária e Minisgério Público, revelou que os paraibanos correm risco de comprar alimentos inadequados para o consumo humano, e que pode gerar danos irreparáveis a saúde. O consumo de comidas estragadas representa um perigo para a saúde. Os especialistas alertam os consumidores para redobrar os cuidados na hora de fazer as compras de produtos perecíveis.

Em Campina Grande, mais de 480 quilos de queijo muçarela que estavam sendo comercializados sem certificação de origem foram apreendidos com um homem no bairro das Malvinas. Segundo informações da Polícia Civil, no total, foram 120 peças do produto.

De acordo com o delegado do caso, Gilson Teles, a mercadoria veio do estado de Sergipe e estava sendo vendida na região de Campina Grande. Segundo ele, os produtos não tinham informações sobre a origem e telefone do fabricante. Ou seja, em casos de problemas, as pessoas não saberiam a quem recorrer.

 

Em outra operação, desta vez em João Pessoa, mais de 10 toneladas de alimentos estragados foram apreendidos pela Vigilância Sanitária  na sede de uma cooperativa de alimentos investigada  durante a Operação 5764, que apura supostos desvios de recursos destinados à alimentação de famílias carentes.

 

Os galpões da cooperativa funcionam dentro da Empasa, no bairro do Cristo.

Segundo promotor de Justiça Rafael Linhares, durante a busca e apreensão, foi verificado essa situação, destes gêneros alimentícios colocados dentro de uma câmara frigorífica, peixes com polpas de fruta, macaxeira, e a gente teve que acionar a vigilância sanitária para fazer a interdição do ambiente”.

A ‘Operação 5764’ faz referência à lei que definiu a política nacional de cooperativismo. As investigações apuram irregularidades na compra de alimentos por contratos firmados entre cooperativas, governo da Paraíba e prefeituras municipais no estado.

Segundo os investigadores, as contratações das dispensas de licitação investigadas totalizam o montante de R$ 754 mil, dos quais R$ 123 mil correspondem a danos ao erário já detectados. Os valores contratados com o poder público superam 70 milhões de reais.

 

PB Agora

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