Categorias: Política

Wilson Santiago reacende debate sobre necessidade de representante do Sertão na chapa de João

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Durante a visita técnica às obras da transposição do Rio São Francisco, na manhã desta sexta-feira (29), o deputado federal Wilson Santiago defendeu o nome de um representante do Sertão paraibano na chapa majoritária encabeçada pelo governador João Azevêdo nas eleições de 2022. Ele lembrou que o Sertão é a segunda região mais populosa do estado e conta com 83 municípios, mas que tem a maior necessidade de investimentos, de projetos e políticas direcionadas ao desenvolvimento econômico e à redução da desigualdade social.

Wilson Santiago defende que um representante do Sertão possibilitará uma defesa mais próxima da implantação de projetos de interiorização das indústrias para geração de empregos, como a criação de zonas tributárias diferenciadas, que viabilizem investimentos nas cidades que estão inseridas no Semiárido nordestino.

“É importante um representante do Sertão na chapa majoritária para intermediar grandes projetos. Será o principal agente de ligação ao governador João Azevêdo em ações que possam transformar a realidade da região mais pobre da Paraíba”, argumenta o deputado federal.

Para o deputado, também é crucial um tratamento diferenciado no que diz respeito à gestão das águas. Diversos projetos precisam ser recuperados e integrados à Transposição do Rio São Francisco. Além disso, o Sertão precisa ser visto como um bioma, no caso a caatinga, que durante séculos sofre com a degradação e assoreamento de rios. Hoje, a preservação ambiental é também uma possibilidade econômica, com investimentos internacionais, a exemplo da troca de créditos de carbono.

Wilson Santiago ressalta que transformar o Sertão num grande espaço de recuperação ambiental pode gerar renda para a população mais pobre, que terá trabalho na recuperação da vegetação, reflorestamento de margens e nascentes, resgate de espécies e outras ações que transformarão a qualidade de vida da região, com destaque ainda para o investimento no potencial de geração de energia a partir de fontes renováveis, como eólica e solar.

“O critério deve ser político, eleitoral, mas temos também que garantir que a chapa seja representativa em relação às demandas que a Paraíba tem. Necessidades urgentes, que precisam ser consideradas”, finalizou Wilson Santiago.

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