O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) em solenidade no Palácio do Planalto Foto: EVARISTO SA / AFP

Em live intitulada Nunca deixe um ditador calar a sua voz e organizada pelo blogueiro Allan dos Santos — que foi um dos alvos da operação contra fake news —, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente, falou sobre o inquérito no STF e disse que isso é ilegal e os responsáveis precisam ser punidos. “Temos que correr atrás de punir”, afirmou.

O deputado falou sobre uma possível ruptura institucional. “O problema não é mais se (haverá ruptura institucional), mas quando”,disse. “Estamos vendo uma iniciativa atrás da outra para esgarçar essa relação. E depois não se engane. Quando o presidente não tiver mais saída e tiver que tomar uma medida enérgica, ele que será taxado como ditador”, afirmou.

“Entendo quem tem uma postura mais moderada pra não chegar um momento de ruptura, uma momento de cisão ainda maior, eu entendo. Mas falando bem abertamente, opinião de Eduardo Bolsonaro, não é mais uma opinião de se, mas sim de quando isso vai ocorrer. E não se engane, as pessoas discutem isso. Porque a gente estuda história, a gente sabe que ela se repete. Não chegou de uma hora pra outra a ditadura na Venezuela. (…) temos que pontuar, deixar a sociedade ciente do problema e depois tomar algumas atitudes.”

Na mesma live, o blogueiro Allan dos Santos chamou o ministro do Supremo, Alexandre de Moraes, de “moleque” e “criminoso”. A trasmissão na internet teve participação também do guru Olavo de Carvalho, dos deputados federais Eduardo Bolsonaro e Bia Kicis (PSL-DF) e do médico Ítalo Marsili. Assista:

Redação com Correio Braziliense

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