Após um mês de recesso, os vereadores de Campina Grande retornaram as atividades nesta terça-feira (23). A primeira sessão ordinária do segundo semestre começou com apenas 16 dos 23 vereadores em Plenário. Os vereadores de oposição aproveitaram a volta do recesso para fazerem críticas ao governo do Estado e a gestão municipal.
O vereador Alexandre do Sindicato (PTC) assumiu de vez a postura de oposicionista e apresentou um Pedido de Repúdio ao Governo do Estado. Alexandre do Sindicato fez criticas as ações do governo do estado para com o município de Campina Grande. Em seu discurso, ele lamentou a demora na execução das obras prometidas para Campina, tais como a Revitalização do Açude de Bodocongó e do Estádio O Amigão.
O parlamentar também lamentou que serviços essenciais como investimento em unidades hospitalares e educacionais tenham sido deixados de lado pelo governador. “Senhor Governador, não dê as costas para Campina Grande!”. exclamou o parlamentar.
Mesmo sendo de oposição, o vereador Pimentel Filho foi contra a propositura. “Eu particularmente acredito que voto de repúdio fecha as portas e denigre a imagem dessa Casa e não é isso o que queremos” disse. Outros colegas tiveram o mesmo posicionamento.
Dizendo-se contrário ao Voto de Repúdio, o vereador Olímpio Oliveira, líder da bancada do PMDB na Casa, também votou contra ao requerimento. Ele alegou que "Campina Grande é forte e saberá repudiar quem a maltrata".
Atendendo a solicitação dos demais parlamentares, o vereador Alexandre do Sindicato retirou da pauta de votação. O pedido de arquivamento do requerimento que pedia Moção de Repúdio ao governador Ricardo Coutinho foi aprovado por unanimidade.
Retirada a matéria de pauta, os vereadores direcionaram, as críticas a gestão municipal. Ocupando a Tribuna na Sessão Ordinária, o vereador Napoleão Maracajá, denunciou a qualidade do serviço oferecido pelas empresas de transporte coletivo aos cidadãos. Segundo o parlamentar, a empresa Transnacional há alguns meses está atuando com os elevadores dos ônibus quebrados, o que dificulta a locomoção dos cadeirantes.
Napoleão também fez critica o fechamento do Restaurante Popular que era mantido pela PMCG no shopping Edson Diniz. “Muitos trabalhadores procuravam o restaurante para almoçar e é preciso que o Executivo tome providencias quanto ao fechamento" lamentou.
PBAgora
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