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Vereadora diz que foi orientada a não apoiar 30hr para enfermeiros

MOÍDO: depois de atrito com opositor, vereadora admite que foi orientada a não assinar requerimento que concedia 30h semanais para enfermeiros

.Ivonete Ludgério entra em atrito com Olimpio Oliveria e admite que orientou bancada a não assinar requerimento de Napoleão Maracajá

O pedido de votação de um requerimento implantando carga horária de 30h semanais para os profissionais de enfermagem de Campina Grande, colocou a vereadora Ivonete Ludgério (PSB), e Olímpio Oliveira (PMDB) em campos opostos com Napoleão Maracajá (PCdoB) no meio.

 

Em meio a protesto dos profissionais de enfermagem,a matéria deveria ter sido votada na última terça-feira. Só que assumindo um discurso governista, a vereadora Ivonete Ludgério (PSC), disse que a Casa não poderia votar o Projeto por se tratar de uma matéria inconstitucional.

Do alto da Tribuna ela alerta que a lei que determina a carga horária de 30h para os profissionais de enfermagem não poderia ser aprovada, frustrando os profissionais de enfermagem que realizavam manifestação nas galerias. A revolta com o anúncio da líder do governo, foi grande.

 

Diante dos gritos dos manifestantes, Ivonete disse que o vereador Napoleão Maracajá poderia até conseguir assinaturas suficentes para o projeto ir a plenário, mas a matéria seria derrotada. "O vereador NapoleãoáMaracaja pode até conseguir as 12 assinaturas, mas o projeto será vetado porque é inconstitucional" disse.

 

O vereador Olimpio Oliveira saiu em defesa do requerimento e lamentou que a matéria não tenha sido votada. Na sessão desta quarta-feira, Ivonete voltou a comentar a matéria. A líder governista na Câmara Municipal de Campina Grande, lamentou os tumultos ocorridos no plenário da Casa. Ela reconheceu no entanto que os vereadores da situação obstacularam a votação de um requerimento que estabelecia a nova carga horária dos enfermeiros
Ivonete explicou que orientou aos vereadores da bancada para que não assinassem o pedido de urgência do requerimento, por entender que tudo não se passava de um “capricho” do vereador Napoleão Maracajá (PC do B).
– Demos urgência a pautas que já estavam desde a semana passada para serem votadas. Não podíamos retirá-las para atender a um capricho de uma pessoa e ultrapassar os limites do regimento. Conseguimos votar as pautas, não podíamos abrir mão e esperávamos que ele (Napoleão) entendesse – afirmou Ludgério.

 

A socialista relatou que o vereador Olímpio Oliveira (PMDB) endossou o pedido de Maracajá, e considerou que o peemedebista “jogou gasolina em um fogo que estava atiço”. – Não sinto nenhum constrangimento em ser vaiada ou aplaudida.- alfinetou a líder governista.

 

PBAgora

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