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Vereador pessoense defende esticar mandato até 2022, por conta do Covid-19

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O vereador de João Pessoa, Tanilson Soares (PSB), em release enviado a imprensa defendeu a proposta de adiamento das eleições municipais, previstas para outubro, e adiantou que o momento permite criar condições para que haja eleições gerais, simultâneas, para todos os cargos eletivos, em 2022, portanto esticar sua vaga na CMJP até 2022. Soares ainda defende a destinação do Fundo Partidário para o combate a propagação do coronavírus. O adiamento das eleições de outubro foi sugerido pelo ministro da saúde, Luiz Mandetta.

Tanilson explicou que a situação é grave e disse que o momento não é para o debate político, mas de união. O político defende que os recursos dos fundos eleitoral e partidário sejam destinados ao enfrentamento de crises na saúde.

“É ocasião de unirmos todas as forças para conter a pandemia do novo Coronavírus. Agora, mais do que nunca, é necessária a aplicação de todos os esforços possíveis. Em momentos de emergência nacional, como o caso atual da pandemia do coronavírus, é necessária a mobilização de todos. Nesse sentido, todos os recursos financeiros devem ser designados ao Sistema Único de Saúde e salvar vidas. Devemos pensar em eleições quando esse momento passar as coisas forem normalizadas. Porém, defendo que uma eleição unificada em 2022 pode ser a solução”, defendeu o vereador.

O parlamentar falou que estamos “vivemos um momento extremamente preocupante, no campo da saúde pública, com reflexos muito efetivos sobre a economia e, sobretudo, o emprego – o que nos remete ao sustento das famílias. Nossa prioridade, portanto, é justamente encontrar os caminhos que permitam superar esse duro momento da vida da nossa população” – frisou.

A Lei Orçamentária Anual de (LOA) de 2020, que inclui o fundo eleitoral de R$ 2 bilhões para financiar as campanhas dos candidatos nas eleições municipais de outubro, foi sancionada integralmente pelo presidente Jair Bolsonaro em janeiro deste ano. Além disso, as siglas ainda contam com mais R$ 1 bilhão do Fundo Partidário para as despesas com atividades das legendas. O montante garantido pelo Congresso é distribuído de acordo com o tamanho das bancadas.

 

Redação

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