O vereador Junio Leandro, do PDT de João Pessoa, usou a tribuna da Câmara Municipal de João Pessoa, nesta quinta-feira (28), para denunciar uma agressão sofrida por ele, na noite de ontem, quarta-feira (27), durante o intervalo do jogo do Botafogo praticada por policiais militares do estado da Paraíba. Com fotos e vídeos, o parlamentar acusou a corporação de agir com tratamento diferenciado entre os torcedores da arquibancada e os que ficam nas cadeiras e na sombra.
Conforme o parlamentar, tudo aconteceu quando os torcedores, durante o intervalo, desceram até o túnel para utilizar o banheiro ou comprar algum alimento e entoaram as músicas do time. A partir desse momento a PM não gostou e mandou o público dispersar já com violência.
“Eu assisto ao jogo sempre na arquibancada geral aonde se encontram as pessoas mais carentes, mas que gostam de ir ao campo, e no intervalo do jogo alguns vão ao banheiro e as torcidas continuam cantando. Pude notar que a PM tem um tratamento diferenciado para alguns setores do campo. Nas cadeiras e na sombra o tratamento não é igual. Nessa hora chega um grupo de PM e ao bel prazer descem o cacete em todo mundo, a troco de nada. Nem boiada é tratada desse jeito. Na câmara exibi as imagens dos policiais que escondem o rosto com toca, eu fui um dos que fui espancado pelas costas, uma coisa lamentável. Isso espanta as pessoas do estádio. Infelizmente não gosto de fazer isso, tive que identificar como vereador para que a arbitrariedade cessasse”, contou.
O parlamentar disse que não realizou um Boletim de Ocorrência sobre o caso, mas quer a chamar a atenção para a postura errada da polícia. Ele teme que situações como estas acabem afastando as famílias dos estádios e criando um sentimento de insegurança no campo.
Postagem realizada pela noiva do vereador:
OUTRO LADO
Em resposta enviada ao programa Arapuan Verdade, a Polícia Militar negou que tivesse agido com agressividade deliberadamente contra torcedores. Informaram ainda que não houve qualquer tipo de agressão contra o parlamentar.
CONFIRA O TEXTO
A polícia militar em contato com o programa informou que não houve nenhuma agressão conta o vereador. Ele teria se queixado porque os polícias esbarraram nele quando tentavam conter um princípio de confusão no intervalo do jogo e que os policiais não poderiam empurra-lo porque era um vereador.
Da Redação
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