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Veneziano e Hugo avaliam pré-candidaturas de Cícero Lucena e Lucas Ribeiro após término das janelas partidárias

Foto: Reprodução

Em entrevistas à imprensa ontem (06), o senador e presidente estadual do MDB, Veneziano Vital do Rêgo e o deputado federal, presidente da Câmara dos Deputados e dirigente estadual do Republicanos, Hugo Motta avaliaram os primeiros momentos das pré-candidaturas a governador do ex-prefeito de João Pessoa Cícero Lucena (MDB) e do atual governador e pré-candidato a reeleição Lucas Ribeiro (PP), após o termino das janelas partidárias, no último sábado (02).

Para Veneziano, é natural a expectativa de que a chapa encabeçada pelo ex-prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB), tenha um nome de Campina Grande na vaga de vice-governador. “É natural, é compreensível, você equilibra a chapa com a presença de Cícero que é notoriamente muitíssimo forte, é o eleitor mais forte que nós temos na região metropolitana da capital e demais outros municípios, com a presença do nosso companheiro André Gadelha, com a nossa presença buscando a reeleição e tendo um nome de indicação de Campina Grande e da região para ser parceiro dele nessa caminhada”, afirmou.

O senador emedebista destacou ainda que a definição do nome para vice ainda está em construção e pode envolver diferentes partidos da base aliada. “Não há nenhum tipo de problema se a formação da chapa se der através de um indicado do MDB, de um indicado do PSD, quiçá até o mês de julho de uma outra legenda que porventura venha estar entre nós a apoiar Cícero”, destacou.

Veneziano também fez uma defesa da pré-candidatura de Cícero Lucena. “Cícero não é uma experimentação, não é um laboratório. Cícero tem vontade própria, Cícero é conduzido pela vontade popular, diferentemente de outras postulações, Cícero não está submetido a outras pessoas que o encaminhem nas decisões ou nas iniciativas que ele sabe quais são as que precisam ser adotadas”, declarou.

Hugo propõe construção gradual da vice de Lucas – Indagado sobre o impacto da filiação de Cartaxo ao partido, Motta destacou que o parlamentar chega para fortalecer a legenda, mas ponderou que a definição seja cravada a partir de uma construção com os partidos aliados. “Chega para somar, está com foco na sua reeleição e nós defendemos que a vice seja construída ao longo desse processo, chegando a um nome que possa agregar a chapa de maneira política, de maneira técnica”, afirmou.

Redação

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