Com a aprovação de alterações na Resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nº 23.422/2014 e a consequente extinção de 72 zonas eleitorais em 16 capitais, a Justiça Eleitoral estima ter uma economia anual de mais de R$ 1 milhão por mês e cerca de R$ 13 milhões ao ano. Além da economia, as mudanças, aprovadas pelo Plenário da Corte têm como objetivo aprimorar o trabalho e otimizar os recursos das zonas, com foco na qualidade do atendimento ao eleitor brasileiro.
Na Paraíba, apenas uma Zona Eleitoral será extinta, segundo a resolução do Tribunal Superior Eleitoral, na cidade de Prata, que tem apenas 6.183 eleitores. As 22ª e 72ª Zonas, localizadas nas cidades de São João do Cariri e Campina Grande, respectivamente, também tem menos de 10 eleitores, o a zonas, mas o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba, alegou particularidades para mantê-las em atividade.
Hoje, das 3.036 zonas com eleitores aptos, 761 cuidam de apenas parte do 236 municípios com mais de uma zona eleitoral; 618 são responsáveis por apenas uma cidade; uma zona cuida dos eleitores que moram no exterior; e as outras 1.656 se ocupam dos demais 4.714 municípios do país. Isso representa uma média de cerca de três cidades para cada uma dessas zonas.
Entretanto, após realizar um estudo acerca da situação das zonas eleitorais em todo o país, o Setor de Estatística e a Assessoria de Gestão Estratégica (AGE) do tribunal concluíram que há grande heterogeneidade entre os municípios com mais de uma zona. O levantamento foi solicitado aos setores pela Diretoria-Geral do tribunal com o intuito de subsidiar a ministra Luciana Lóssio, relatora do Processo Administrativo (PA) 132606, que trata do tema.
Redação com TSE








