Em Brasília, o TSE comemorou a rapidez da apuração. Mas a presidente do Tribunal chamou de preocupante o alto número de abstenções: 19% no país.
As abstenções no segundo turno superaram em 3% as do primeiro turno. A velocidade da apuração também chamou a atenção do Tribunal Superior Eleitoral, Pouco antes das 22h, todas as urnas já haviam sido apuradas e os nomes de todos os prefeitos vencedores do segundo turno já eram conhecidos. A primeira cidade a concluir a apuração foi Vitória (ES): 44 minutos depois dos eleitores terminarem de votar. A última cidade a concluir a apuração foi Vitória da Conquista (BA).
Eleição rápida e tranquila. Segundo o TSE, o dia de eleição, tudo foi dentro da normalidade. Desde 2000 foi a eleição com mais cidades com segundo turno. E com menos eleitores presentes: 19,11% não apareceram para votar. O Tribunal Superior Eleitoral ainda não sabe explicar porque, mas o número preocupou. “Esse é um dado que nós todos vamos nos debruçar sobre ele para que a gente tenha uma verificação adequada do porquê dessa ocorrência, quais as causas, quais as consequências e, portanto, quais as medidas que podem ser tomadas para convidar com mais eficácia todos esses eleitores que, desta vez, se abstiveram de votar, de vir a fazer isso”, afirmou a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia.
O resto foi só comemoração. Com direito a abraço entre as ministras do TSE, às 22h, apuração foi concluída. Todas as 50 cidades já conheciam seus novos prefeitos.
A quantidade de urnas com defeito também foi pequena, segundo o TSE. Apenas 303 foram substituídas, 0,35% do total das que foram usadas. Ninguém precisou votar em cédula de papel. Ao todo, 118 pessoas foram presas, sendo 76 só no Rio de Janeiro.
Neste segundo turno todos os candidatos que venceram a eleição não têm pendências com a Justiça Eleitoral. E, portanto, não há risco do resultado mudar. Diferente do primeiro turno, que teve eleitos que ainda estão com recursos sendo analisados, o que deve acontecer até o dia 19 de dezembro, data da diplomação.
Para isso, se necessário, o TSE admite: pode fazer sessões extras. A posse dos novos prefeitos é no dia 1º de janeiro. Ainda falta analisar mais de 1,6 mil processos de candidatos eleitos.
G1
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