Foto: Reprodução/TV Globo
A Justiça do Trabalho marcou para o dia 20 de março, em João Pessoa, a audiência da ação civil movida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) contra o influenciador Hytalo Santos e o marido, Israel Vicente. O processo tramita em segredo de Justiça e apura denúncias de tráfico de pessoas para exploração sexual e submissão de adolescentes a condições análogas à escravidão.
Segundo o MPT, há indícios de que menores teriam sido levados a morar com o casal, submetidos a rotina intensa de gravações, restrição de convívio familiar e social, ausência de remuneração e controle sobre a vida pessoal. O órgão também aponta exposição sexualizada nas redes sociais, monetização de imagens e realização de procedimentos estéticos para potencializar o apelo dos conteúdos. Para o Ministério Público, eventual consentimento dos adolescentes ou de seus responsáveis não afasta a gravidade dos fatos.
Na esfera criminal, Hytalo foi condenado a 11 anos e 4 meses de prisão, enquanto Israel recebeu pena de 8 anos, 10 meses e 20 dias, ambas em regime inicialmente fechado. Na Justiça do Trabalho, já houve bloqueio de bens que pode chegar a R$ 20 milhões. O MPT pede ainda R$ 12 milhões por dano moral coletivo e indenizações individuais entre R$ 2 milhões e R$ 5 milhões para cada vítima.
A defesa sustenta que o MPT não teria legitimidade para propor a ação e nega a existência de condições que caracterizem trabalho análogo à escravidão.
PB Agora
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