Os suplentes de deputados estaduais e federais do PSB se reuniram na tarde de ontem na sede do partido, em João Pessoa, para traçar estratégias de reaver o mandato dos cinco parlamentares que deixaram a legenda na semana passada. A pauta principal da reunião foi discutir com a assessoria jurídica da legenda a melhor forma de ingressar com uma ação no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), tendo como impetrante o próprio PSB ou os suplentes. Deixaram a sigla os deputados estaduais Carlos Batinga, Leonardo Gadelha e Guilherme Almeida, além dos federais Manoel Júnior e Marcondes Gadelha.
Para decidir o posicionamento do partido, a Executiva Estadual realiza uma reunião na próxima semana. Segundo o secretário de Organização do PSB e também primeiro suplente da legenda para uma cadeira na Assembleia, Alexandre Urquiza, o coeficiente eleitoral para se eleger um deputado estadual em 2006 no PSB era de 54.441 votos e o mais votado e eleito na legenda foi Guilherme Almeida com apenas 21.980. “Isso mostra que o partido ajudou no resultado final, portanto o mandato é do PSB e não do parlamentar”, disse.
De acordo com o advogado do partido, Ricardo Sérvulo, caso o TRE decida que o mandato é do partido, serão empossados na Assembleia os suplentes Alexandre Urquiza, Francisco Figueiredo (Tonquinho) e o ex-vereador Fuba, da capital. Está ainda na quarta suplência José Willams. Já na Câmara Federal devem assumir João Bonifácio Rocha e Marleno Barros.
Para Sérvulo, aqueles que deixaram a legenda apostando na morosidade da Justiça podem se dar mal, já que o procedimento tem um rito especial porque a matéria tem prioridade de julgamento conforme orientação da resolução e do TSE.
Para o suplente Willams Freitas, o mais correto seria que os infiéis tivessem deixado o mandato antes de sair. Ele crê, assim como Ricardo Sérvulo, no rito rápido do processo já que o TRE tem jurisprudência sobre o assunto. O suplente Tonquinho é mais um a acreditar na brevidade da sentença, pretendendo assumir o mandato ainda este ano.
“O que os deputados fizeram se traduz numa afronta ao PSB. Tem que haver um respeito ao partido já que nenhum deputado teve condições de se eleger só, sem ajuda da legenda. Eles devem ser cassados para que sirva de exemplo a outros”, frisou.
Jornal da Paraíba
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