O primeiro suplente do candidato ao senado Nelson Junior (PSOL), o presidente estadual da sigla, Fabiano Galdino, disse, durante entrevista a uma emissora em Campina Grande, que é filho de família humilde e teve dificuldades escolares na infância e adolescência. “Demorei a aprender a ler, tendo enfrentado o fato de um irmão mais novo saber ler, enquanto ainda não sabia”, revelou.
Galdino contou que somente aos 22 anos, concluiu o ensino médio, período em que iniciou a militância política, a partir de participações em movimentos estudantis. “Em 1996, ingressei no PT, partido do qual saí em 2005, para ser militante do PSOL”, recordou.
O primeiro suplente do professor Nelson Junior fez críticas ao Governo do Estado, quando falou do desrespeito com o funcionalismo público. “Não é justo, por exemplo, que um servidor seja levado a dobrar sua jornada de trabalho no Estado para ganhar apenas um salário mínimo. Desmotivando seu servidor, o Governo não pode prestar um conjunto de serviços públicos com qualidade”, afirmou.
“O governador Ricardo Coutinho tem se especializado naquilo que ele criticava o Governo Maranhão. Tem a marca de criar estradas, mas não avança na infra-instrutora como um todo”, disse.
Ao ser questionado sobre a visão do PSOL para com a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, o presidente do PSOL disse que, se o governo federal for administrado pela candidata a presidente do PSO, Luciana Genro, o tratamento dos Correios para com os seus empregados e a população em geral seria de grande respeito e qualificada prestação de serviços. “Contratação mediante concurso público e valorização salarial dos empregados são condições essenciais para uma necessária prestação de serviços postais à população”, comentou.
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