A Polícia Federal (PF) deu início recentemente em Brasília às atividades de um grupo especial formado para combater notícias falsas durante o processo eleitoral. A medida tem o objetivo de identificar e punir autores de “fake news” contra ou a favor dos candidatos. O grupo, que é formado por um delegado, um agente e um perito criminal federal, deverá trabalhar com técnicos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e Procuradoria Geral da República (PGR).
Além da equipe, a PF quer sugerir a criação de uma legislação específica para as “fake news”, de modo que a prática seja devidamente tipificada e as penas definidas. A ideia é enviar a sugestão ao Congresso antes das eleições, para que a lei seja aplicada ainda durante o pleito deste ano.
Para o Superintendente Regional da Polícia Federal, André Viana, chegou a defender a implementação da infiltração policial nesse processo, mas para isso é necessária uma legislação eleitoral específica.
Segundo André, esse tipo de trabalho já é utilizado em outras áreas e com sucesso. “O problema é que o avanço da tecnologia é muito maior que o das leis e isso dificulta a atuação da Polícia Federal”, destacou.
Redação
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