O site Nacional Congresso em Foco destacou em matéria nesta segunda-feira (03), a discrição da campanha rumo à reeleição dos governadores que cumprem mandato depois de substituir os titulares cassados. Entre os três, dos quatro governadores que são candidatos à reeleição, a publicação cita o governador José Targino Maranhão (PMDB), da Paraíba.
Segundo a publicação, todos os postulantes são do PMDB e trabalham discreta, no caso do governador José Maranhão ou publicamente, no caso de Gaguim para se eleger, costurando alianças e fazendo promessas e concessões ao eleitorado.
O grupo dos pré-candidatos são: Roseana Sarney, no Maranhão; José Maranhão, na Paraíba; e Carlos Henrique Gaguim, no Tocantins.
Rogério Rosso, também do PMDB, empossado no Distrito Federal no último dia 19, não deve concorrer à reeleição.
Na Paraíba, a posse do senador Maranhão para um mandato de um ano e 10 meses antecipou a campanha pelo Palácio da Redenção, sede do governo estadual. Ao assumir, ele deixou claro que seria candidato à reeleição e esfriou as pretensões do então prefeito de João Pessoa, Ricardo Coutinho (PSB). Nas duas campanhas de prefeito, Coutinho foi eleito com o apoio de Maranhão.
Nesse cenário, a aliança entre PMDB e PSB se desfez. Coutinho, antes ferrenho crítico do ex-governador Cássio Cunha Lima (PSDB), cassado por corrupção eleitoral, e do senador Efraim Morais (DEM), se aliou aos dois para derrotar Maranhão. Maranhão lidera as pesquisas e Coutinho aparece em segundo. Eles têm percorrido o Estado em pré-campanha.
Tocantins
Dois dos pré-candidatos que haviam manifestado intenção de concorrer a o governo do Tocantins desistiram – a senadora Kátia Abreu (DEM) e o prefeito de Palmas, Raul Filho (PT) -, abrindo o caminho para o governador Carlos Henrique Gaguim (PMDB), virtual pré-candidato à reeleição. Ele retornou ao Estado na sexta-feira, depois de 15 dias na China e encontrou um partido dividido: um dos seus principais expoentes, o deputado Moisés Avelino quer aliança com o PSDB, de Siqueira Campos, que será apoiado pelo DEM.
Gaguim, eleito pela Assembleia para o mandato-tampão depois que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cassou Marcelo Miranda, também do PMDB, em agosto de 2009, tem pregado austeridade no Estado, mas já concedeu reajuste salarial para várias categorias de servidores. A oposição o critica dizendo que os aumentos, em ano eleitoral, terão uso político. O governador justifica que só atendeu a reivindicações das categorias, que vinham de vários anos
Márcia Dias com Congresso em Foco
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