Entre 2016 e 2017, o Estado da Paraíba, sob a gestão do socialista Ricardo Coutinho, zerou os casos de transmissão vertical do HIV, ou seja, nenhum bebê foi contaminado na gestação, no parto ou na amamentação pelas mães portadoras do vírus. Tal conquista foi destaque no site nacional do PSB.
Os dados constam no Boletim Epidemiológico, divulgado na última sexta-feira (30) pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), com os casos de HIV/Aids de 2007 a 2018.
Segundo a SES, este dado se deve à boa qualificação do pré-natal realizado na atenção básica, que diagnostica precocemente a doença, e ao acompanhamento da gestante feito pelas maternidades estaduais durante e pós-parto.
Nesta segunda-feira (3), a SES promove em sua sede a abertura do Dezembro Vermelho, uma ação alusiva ao Dia Mundial de Luta contra a Aids, celebrado no dia 1º deste mês.
A iniciativa visa promover durante todo o mês atividades direcionadas ao enfrentamento do HIV/Aids e outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) em unidades de saúde da família, em ônibus itinerante, em policlínicas, parques, feiras e outro locais públicos.
A campanha terá foco na prevenção, assistência, proteção e promoção dos direitos humanos dos pacientes com distribuição de preservativos masculino e feminino, rodas de conversas e capacitações dos profissionais de saúde para realização de testes rápidos para diagnóstico de ISTs.
Nos últimos dez anos, foram registrados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do governo federal, 7.726 casos de HIV/Aids em adultos, gestantes e crianças na Paraíba. Já a mortalidade neste período foi reduzida em 30%, após a obrigatoriedade da notificação compulsória da infecção pelo vírus ao Sinan (portaria 1.271 de 6 de junho de 2014) e o consequente tratamento medicamentoso gratuito.
Na Paraíba, atualmente, o perfil de casos de HIV/Aids é de heterossexuais (49,9%), de 15 a 39 anos (66,5%) e com escolaridade variada.
O Complexo Hospitalar Clementino Fraga é referência para todo o Estado no atendimento ambulatorial e hospitalar de adultos com HIV/Aids. No local, há serviços de diagnóstico, tratamento e acompanhamento, atendimento de urgência, internação hospitalar, UTI e profilaxias.
Somente em 2018, 73,56% das notificações da doença na Paraíba foram realizadas no CHCF, que correspondem a 473 pessoas diagnosticadas.
Em todo Estado, ainda existem Serviços de Assistência Especializada (SAE) em HIV/Aids.
Redação
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