A reforma da previdência é tema de um debate que será realizado, nesta sexta feira (24), às 14h, no auditório do Sinttel, em João Pessoa, com a presença dos senadores Paulo Paim (PT-RS) e Fátima Bezerra (PT-RN), além dos deputados federais Vicentinho (PT-SP) e Luiz Couto (PT-PB) e dos deputados estaduais Frei Anastácio (PT-PB) e Anísio Maia (PT-PB).
“Precisamos deixar claro para a população, especialmente os trabalhadores e trabalhadoras, que essa reforma da Previdência retira direitos adquiridos com muito sacrifício. Com a reforma da Previdência e a terceirização, já aprovada, eles escravizam o trabalhador brasileiro”, afirmou o deputado estadual Frei Anastácio.
Nesse debate, serão levantados os principais pontos da reforma que atingirão a população, como o aumento de idade para se aposentar, a redução de pagamento de pensão, a cobrança de INSS dos trabalhadores rurais e a desvinculação do reajusto da aposentadoria com o salário mínimo. “Não é possível que nem quem morre vai poder deixar amparada sua família. Trabalhador rural que contribui com a previdência relacionado com sua produção, agora terá que pagar, mesmo se não produzir. É um desastre essa PEC”, ressaltou o parlamentar.
De acordo com Frei Anastácio, a desculpa para fazer essa reforma é sem fundamento porque se os grandes devedores da previdência pagassem o que devem, daria para cobrir o que eles alegam três vezes, chegando ao valor da dívida de R$ 451 bilhões, mas é que nem déficit existe, já que o governo omite as receitas do INSS. “Já caiu a desculpa de que há prejuízo com a previdência e agora cabe ao povo se levantar para manter os direitos dos trabalhadores”, argumentou o deputado.
Frei Anastácio anunciou que o debate sobre a reforma da Previdência, promovido pelos mandatos dele, de Anísio Maia e Luiz Couto, será transmitido ao vivo pelo Facebook: Frei Anastácio Ribeiro.
Terceirização
O deputado estadual Frei Anastácio (PT) disse hoje (23) na Assembleia Legislativa que a terceirização aprovada na Câmara dos Deputados é um retrocesso nos direitos trabalhistas e que vai atingir os trabalhadores, enfraquecendo ainda mais as leis que protegem os trabalhadores. “Quando o presidente golpista Temer sancionar essa lei, tenha a certeza que mais projetos para acabar com o trabalhador. Os deputados que votaram a favor, vamos nos lembrar disso no próximo ano”, destacou o parlamentar.
Ascom
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