Em 2018, Cássio Cunha Lima disputou a reeleição ao Senado e acabou derrotado, ficando fora do pleito e amargando a quarta colocação. Foi um revés significativo para um político de longa trajetória na Paraíba, mostrando que mesmo nomes consolidados não estão imunes a derrotas eleitorais.
Agora, em 2026, Veneziano Vital do Rêgo enfrenta uma situação similar: disputa a reeleição ao Senado. Aqui, o paralelo com Cássio é inevitável — a história sugere que reeleições senatoriais não são garantidas, mesmo para políticos experientes. Porém, diferentemente de Cássio, Veneziano chega ao pleito com ampla base de apoio, visibilidade consolidada e pesquisas que o colocam como competitivo para uma das vagas.
Ou seja, o risco existe, mas a probabilidade de repetir o destino de Cássio é menor.
Já do outro lado, Efraim Filho disputa o governo da Paraíba, cenário comparável ao que Veneziano enfrentou em 2022, quando, com o mandato garantido por mais quatro anos no Senado, ficou em terceiro lugar.
As pesquisas iniciais indicam que Efraim está mais competitivo do que Veneziano esteve em 2022, com chance real de chegar ao segundo turno, caso consiga consolidar alianças e campanha sólida.
O que esses paralelos mostram é que, na política paraibana, o histórico de derrotas serve de alerta, mas não determina o futuro. Cada eleição tem suas nuances: Veneziano busca manter estabilidade no Senado, enquanto Efraim arrisca o salto para o governo, com a garantia de que, se perder, seguirá senador.
O sucesso de ambos dependerá de estratégia, apoio político e habilidade em transformar presença em votos.








