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Ruy defende ações emergenciais e diálogo para contornar “apagão do INSS”

Em pronunciamento na Câmara Federal nesta terça-feira (10), o deputado federal Ruy Carneiro (PSC) cobrou medidas para sanar o que ele classificou de “apagão do INSS” e defendeu um mutirão de atendimentos para contornar a crise instalada no Instituto Nacional do Seguro Social e agravada com a greve de peritos e servidores que teve início em 23 de março.

“No nosso entendimento, esse é um dos temas mais graves no Brasil e que eu intitulei de apagão do INSS. Pra ser justo, a situação não vem de hoje, mas atualmente existem 3 milhões de pessoas em busca de um benefício e cerca de 1 milhão em busca de uma perícia médica”, afirmou Ruy.

Para o deputado federal, é preciso ações práticas e emergenciais e a realização de um amplo debate com a participação de representantes do INSS, governo federal, Congresso e da Federação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores da Previdência. Uma das saídas passa pela redução no déficit de servidores do INSS. Em 2012, o Instituto tinha 38 mil funcionários e hoje conta com menos de 20 mil.

“Além do debate que nós estamos propondo na Comissão de Seguridade Social, essa casa também tem que entrar nesse tema pra que a gente defenda um mutirão de atendimentos e a realização de concurso para contratação de novos servidores. Nada mais injusto do que um cidadão que paga uma vida toda o INSS e por uma casualidade sofre algum tipo de acidente e não consegue usufruir do benefício, seja auxílio acidente, auxilio doença ou aposentadoria por invalidez”, defendeu.

Articulação e diálogo – Ruy propõe o empenho imediato e a união de forças de diversos segmentos para solução do apagão do INSS. “É importante que o governo pare, que as entidades, sindicatos e parlamentares voltem os olhos pra essa circunstância que é de extrema gravidade”, pontuou.

Recentemente, Ruy apresentou um requerimento na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara Federal, solicitando a realização de audiência pública para debater a crise no instituto e a precarização do atendimento.

O debate deve contar com representantes do Ministério do Trabalho e Previdência, do INSS e da Federação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social.

Assessoria

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