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Romero cobra piso salarial para a categoria médica

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Romero Rodrigues discursa na Câmara cobrando piso salarial para a categoria médica

O deputado federal e engenheiro Romero discursou na Câmara dos Deputados em
Brasília solicitando a aprovação do Projeto de Lei 2.750/2011, de autoria
do deputado André Moura, que fixa o piso salarial nacional dos médicos em
R$ 9.000,00 (nove mil reais), valor mais compatível, segundo estudos, com a
importância e complexidade das funções que exercem e que merece todo o
nosso apoio para a sua aprovação.

 

Disse que é inegável a contribuição dos profissionais médicos para a
sociedade, sem que se te tenha uma política de valorização da carreira. A
luta por um piso salarial médico é encampada pela união das principais
entidades representativas: A Federação Nacional dos Médicos (FENAM), o
Conselho Federal de Medicina e Associação Médica Brasileira.

 

Destacou que falta à categoria condições dignas de trabalho e salários
compatíveis com a carga horária e as funções exercidas. É preciso garantir
também, ao lado da melhoria salarial, o direito à educação continuada, o
acesso a cursos de especialização, a garantia de adequação tecnológica e
segurança dos espaços de trabalho, para que o beneficiário maior, a
população, perceba o quanto essa política de valorização do profissional
médico irá refletir também na qualidade, humanização e acolhimento dos
cuidados prestados.

 

Romero afirmou que a aprovação do PL 2.750/2011, não é apenas a instituição
de um piso salarial, mas o reconhecimento da importância de quem lida, ao
lado dos demais profissionais da área de saúde, com denodo, abnegação e
competência de nossa saúde e de nossas vidas.

 

Por outro lado, na contramão de tudo o que aqui foi dito, que é a
importância da valorização da classe médica, vem o Governo Federal e edita
a Medida Provisória 568/2012, um verdadeiro acinte à classe, que reduz à
metade os salários dos médicos da União, e aumenta-lhes a carga horária. A
MP 568/2012, cria ainda duas novas tabelas para os médicos, de 20 e 40h, e
também muda a forma de pagamento de insalubridade e periculosidade, tudo em
prejuízo da classe, num total desrespeito às conquistas dos servidores.

 

“Assim, conclamo os colegas deputados a que não deixemos que os servidores
públicos, especialmente os médicos, paguem por equívocos do Governo. Vamos
derrotar nesta Casa os artigos dessa MP, contrários a essa categoria,
finalizou.

Assessoria

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