Dizem que tudo é combinado e que com o tempo um dos dois desistirá e se tornará vice do outro. Sim, e tudo, claro, com a anuência do governador Ricardo Coutinho. Estou falando da pré-candidata do PSB Estelaizabel Bezerra e (talvez) do outro pré-candidato governista Nonato Bandeira, este pelo PPS.
Mas na pratica não vem sendo bem assim.
Até o momento Bandeira não apresentou seu nome e ainda não disse, pelo menos publicamente, que é candidato a disputar a Prefeitura de João Pessoa.
Não lançou, mas não se enganem, nos bastidores a coisa ferver.
O nome do secretário de comunicação do Estado toma forma e ganha dimensão cada vez maiores. Ganha corpo, cresce, e com tendência e conseqüência de não ter, inclusive, volta.
A mídia da capital não fala em outra coisa, a não ser a possibilidade real do esquema ricardista ter duas candidaturas: Estela e Nonato. Algo diferente e inédito na política paraibana.
Quando indagado, recentemente por jornalistas, de quem seria o candidato do seu grupo, o governador preferiu o silêncio. Talvez já sabendo da dimensão já criada que um segundo nome tomou.
Do outro lado, a candidatura de Estela também evoluiu. Em várias entrevistas que a secretária de planejamento da capital deu em alguns veículos de comunicação percebeu-se que ela é boa e está preparada. A exemplo do seu colega de Coletivo, Nonato Bandeira, ela defende muito bem o projeto socialista.
Se Ricardo Coutinho vai optar agora por uma candidatura ou deixar as duas tomarem proporções maiores (ou não) e seguirem até as convenções teremos que aguardar as cenas dos próximos capítulos.
Deixo aqui, então, um questionamento para reflexão: o que seria melhor para o Projeto. Uma ou duas candidaturas?
Diante da pergunta, aproveito e deixo dois ditados sábios.
O tempo é o senhor da razão.
E quem tem dois tem um. Quem tem um…







