O retorno das discussões sobre o desarmamento e a proposta do presidente do Senado, José Sarney, para que seja realizado um novo plebiscito sobre o tema contrariaram parlamentares da Comissão de Segurança, que veem a retomada do assunto com um atraso para projetos que precisam ser finalizados. “O que ocorreu em Realengo foi uma tragédia imensa, mas temos que analisar com calma, pois foi a primeira vez que houve algo desse tipo no país e a causa foi a insanidade mental.
Não sabemos se existe alguma medida que pudesse evitar o que ocorreu. Voltar a falar em plebiscito é um atraso que não levará a nada, uma vez que a sociedade já votou o assunto. Seria um gasto alto e sem motivo. O que precisamos é aumentar o efetivo da Polícia Federal para o combate às armas ilegais”, diz o presidente da Comissão de Segurança na Câmara, Mendonça Prado (DEM-SE).
A violência nas escolas não é um tema novo nas casas legislativas. Em maio de 2009, o senador Paulo Paim (PT-RS) apresentou três projetos discutindo o aumento da violência entre alunos e professores, o reforço dos conselhos escolares no ensino público e o desenvolvimento da “cultura da paz” como princípio educativo. Somente o último foi aprovado no Senado e remetido à Câmara, onde ainda tramita. Os outros dois aguardam a análise dos senadores.
Correio Braziliense
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