As campanhas caras e as tradições familiares evitam a renovação em mais de 50% na Câmara dos Deputados e no Senado. Segundo o professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e cientista político, Lúcio Flávio, a renovação gira em torno de 45%. “Parte desses desistem de concorrer por não terem dinheiro suficiente para bancar uma eleição ou até mesmo uma reeleição. Outros perdem por não atenderem as expectativas dos eleitores”, explicou o professor.
Sobre a compra de votos, Lúcio Flávio disse que é uma situação generalizada. Para ele, existem três culpados nesse processo. O candidato que compra; o eleitor que vende e a Justiça que pune.
“Só quando candidatos e eleitores forem presos por essa prática é que esse crime diminuirá. Mas não acredito no fim definitivo. Apenas na diminuição”, afirmou Lúcio Flávio.
Redação
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