O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), deve se encontrar nesta segunda-feira, 18, com o líder da bancada peemedebista, Eunício Oliveira (CE), para discutir o rito do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff na Casa.
A interlocutores, Renan sugeriu que deve seguir o trâmite normal previsto no regimento e na legislação após a decisão da Câmara deste domingo de ter admitido a abertura do pedido contra Dilma. Renan sinalizou a pessoas próximas que poderá até se abster na votação futura do afastamento de Dilma, que deverá ser tomada em maioria simples pelo plenário do Senado. Ele passou o dia da votação na Câmara em Maceió e chegou à Brasília à noite. O presidente do Senado sinalizou a aliados que tentará ter uma relação institucional com o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB) – um desafeto histórico dele dentro do partido.
O Senado terá 180 dias para julgar Dilma. Se ela for afastada em 4 de maio, como previsto, o julgamento terá de ser feito até 4 de novembro. Aprovado na Câmara, o impeachment será instaurado após o referendo do Senado, por maioria simples, o que deve ocorrer no dia 4 de maio. Na Paraíba a bancada do Senado é composta pelos senadores: José Maranhão (PMDB-PB) que tem como Fanpage: https://www.facebook.com/zemaranhao, Raimundo Lira (PMDB-PB) que tem como Fanpage: https://www.facebook.com/SenadorRaimundoLira, e Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) que tem como Fanpage: https://www.facebook.com/cassiocunhalima
Temer assumiria o Palácio do Planalto em caso de afastamento de Dilma decretado pelo Senado. Desde a semana passada, Renan tem sido pressionado pela oposição e por integrantes do PMDB a acelerar o rito no Senado.
Redação
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