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Queiroga diz não estar preocupado em ser investigado pela CPI da Pandemia

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga disse que não está preocupado com a possibilidade de deixar a condição de testemunha e passar a ser investigado pela CPI da Pandemia.

“Sinceramente, eu não estou preocupado com CPI. Eu tenho que me preocupar com a vida dos brasileiros. Eu sou ministro da Saúde e a minha vida é um livro aberto, não tenho nenhum receio disso aí. Vamos trabalhar”, disse o ministro, em declaração à CNN Brasil.

Em declaração à CNN Brasil, o senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI da Pandemia, informou que vai incluir Queiroga na lista que de autoridades que passarão da condição de testemunhas para investigados.

Os senadores do grupo de oposição e de independentes que comandam a comissão avaliam que Queiroga demonstrou diversas vezes não ter autonomia para conduzir a pasta e que, apesar do discurso, submete-se ao que consideram negacionismo do presidente.

Nesta sexta-feira (18) a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da COVID, instalada pelo Senado, decidiu que iria passar a tratar algumas antigas testemunhas como investigados a partir desta sexta-feira (18/6). Ao todo, são 14 nomes na lista de novos investigados da CPI, incluindo o atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e seu antecessor, Eduardo Pazuello.

São eles: Elcio Franco Filho (ex-secretário executivo do Ministério da Saúde), Arthur Weintraub (ex-assessor internacional da Presidência da República), Carlos Wizard (empresário), Eduardo Pazuello (ex-ministro da Saúde), Ernesto Araújo (ex-ministro das Relações Exteriores), Fábio Wajngarten (ex-secretário de Comunicação), Franciele Francinato (coordenadora do Programa Nacional de Imunização – PNI), Hélio Angotti (secretário de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde), Marcellus Campêlo (ex-secretário de Saúde do Amazonas), Marcelo Queiroga (ministro da Saúde), Mayra Pinheiro (secretário de Gestão do Trabalho e Educação da Saúde do Ministério da Saúde), Nise Yamaguchi (médica oncologista), Paolo Zanotto (virologista) e Luciano Dias Azevedo (anestesista).

Alguns deles já depuseram à CPI na condição de testemunha. É o caso de Elcio Franco, Eduardo Pazuello, Ernesto Araújo, Fábio Wajngarten, Marcelo Queiroga (duas vezes), Mayra Pinheiro e Nise Yamaguchi.

Investigados podem ter acesso aos documentos da CPI, e esse avanço indica que a CPI tem elementos para suspeitar das ações dos citados. Caso novo depoimento seja solicitado, um investigado tem garantido o direito ao silêncio.

A comissão apura possíveis ações e omissões do governo federal no enfrentamento à pandemia do coronavírus e repasses de verbas a estados e municípios e foi instalada em 27 de abril deste ano. As informações são do portal Estado de Minas.

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