O diretório do Partido dos Trabalhadores (PT) aprovou, ontem (13), o nome do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSB), quadro histórico do PSDB, para compor chapa como o candidato a vice-presidente de Luiz Inácio Lula da Silva para as eleições deste ano. O Diretório Nacional do PT também aprovou a formação de uma federação com o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e o Partido Verde (PV). Na Paraíba, há uma tendência da nacional do PT apoiar a pré-candidatura do senador emedebista Veneziano Vital do Governo do Estado.
Alckmin teve a indicação aprovada por 68 votos favoráveis, 13 contrários e 3 abstenções. Na resolução do texto, o PT afirma que as eleições deste ano serão da disputa de “dois projetos muito claros: o da democracia e o do fascismo”. “Nossa política de alianças e a tática eleitoral que já estão em construção e serão definitivamente aprovadas no Encontro Nacional de 4 e 5 de junho apontam para a ampliação política necessária para derrotar Bolsonaro, num processo eleitoral que já se revela o mais duro desde a redemocratização do país”, afirma trecho do documento. O ex-tucano, Geraldo Alckmin foi indicado oficialmente pelo PSB para ocupar a candidatura a vice-presidente na última sexta-feira (8).
Sobre a federação- O Diretório Nacional do PT também aprovou a formação de uma federação com o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e o Partido Verde (PV). Novidade nas eleições deste ano, a federação permitirá que os partidos atuem como uma única legenda no Congresso Nacional pelos próximos quatro anos.
Segundo o documento formado a Assembleia Geral da federação será composta por 60 representantes. Pelo estatuto aprovado, cada partido terá direito a três cadeiras. As outras 51 serão divididas com base nos votos obtidos nas eleições para deputado federal de 2018. Como na Paraíba, em 2018 dentre esses três partidos (PT, PCdoB e PV), foi o diretório do PT que teve a maior votação para federal, fazendo um parlamentar, deve ser esta diretório do PT a decidir os rumos da federação no estado.
Pelas regras, o PT terá mais de 50% do grupo, com 40 representantes. Para a tomada de decisões, serão necessários três quartos dos votos (45 membros). A presidência será rotativa, com mandatos com um ano de duração. Por ter mais membros na assembleia, o PT indicará o primeiro presidente.
Da Redação
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