Apesar das consultas populares adiantarem uma indefinição do eleitorado que pode proporcionar um segundo turno para as eleições de governador da Paraíba, o candidato a vice-governador pelo PSOL, professor Marcos Dias explicou as razões de seu partido não ter firmado alianças políticas para o pleito deste ano.
Para ele, devido as divergências partidárias, aliança com as legendas tradicionais não convém ao PSOL.
“A aliança com partidos tradicionais não convém ao PSOL, porque temos importantes divergências sobre a forma de governar”, disse.
Segundo Marcos Dias, o PMDB, o PSDB e o PSB já governaram o Estado e ainda governam o Estado, nas últimas décadas. “São governos que tem a marca das promessas, mas, efetivamente, não programaram governos para o povo”, disse.
Questionado sobre qual o rumo do PSOL no eventual segundo turno, Dias afirmou que o segundo turno que interessa é aquele em que o PSOL está presente. “Não podemos achar que já perdemos a eleição, queremos sonhar com essa possibilidade de chegar ao segundo turno, em que pese as dificuldades concretas”, comentou.
Marcos Dias respondeu ainda sobre a situação econômica da campanha do PSOL e ressaltou que a legenda não tem grandes recursos, por isso seus candidatos tem dificuldades.
“O poder econômico funciona para mandar nos governantes, mas no governo do PSOL a força será do povo, já que não somos reféns dos empresários”, disse.
Redação com Assessoria
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