A proposta discutida pela presidente Dilma Rousseff de enxugar a Esplanada com a fusão de alguns ministérios deixou apreensiva a área social do governo. Um dos objetivos da estratégia, que ainda está em estudo no governo, seria justamente unir pastas que hoje possuem relação com esse setor num “superministério”.
A preocupação de alguns petistas se refere ao risco de serem extintas secretarias com status de ministério que hoje são tidas como “simbólicas” para o partido. É o caso das secretarias de Direitos Humanos, Políticas para Mulheres e de Promoção da Igualdade Racial. Os críticas da fusão de pastas dizem que esses ministério têm orçamento menor e, portanto, uma eventual consolidação dessas estruturas não traria uma redução significativa nos custos.
O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, por enquanto, está fora das conversas. É ali que estão algumas das principais bandeiras do governo petista, como o programa Bolsa Família.
Ig








